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Fóruns / PIS e Cofins

Como a apuração de PIS e Cofins afeta o caixa e a auditoria?

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Oi, gente. Sou contadora e o CFO quer entender onde a apuração de PIS e Cofins pesa no caixa e quais provas a auditoria costuma pedir. O segredo é, né, que hoje eu só consigo mostrar o valor da guia e uma planilha de conferência feita à mão.

Estamos em S/4HANA 2023. Que partes da apuração mexem de fato com o caixa, e que evidência eu deveria já ter pronta quando a auditoria perguntar?


Atualização:

Obrigada. Vou testar primeiro os relatórios do padrão, antes de pedir qualquer desenvolvimento. Uma dúvida de seguimento: a auditoria costuma pedir também a conciliação das retenções, ou só do que a empresa apurou como débito e crédito? Hoje não temos esse levantamento separado.

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Resumindo, com o que a conversa sustenta e o que fica para conferir:

  1. Caixa: pesa o valor a recolher e o prazo. O prazo vem do texto vigente da lei, que não temos aqui; confirme antes de planejar o fluxo.
  2. Créditos: são o ponto de risco. O que não nasce na nota e o extemporâneo precisam de registro manual com dono; segundo a documentação da NTT, o produto controla os créditos apurados e seu uso, mas confirme com a NTT ou teste no ambiente.
  3. Evidência para a auditoria: trilha por período (documento, apuração, guia, lançamento) e conferência da retenção entre nota, guia e saldo.
  4. Guia: uma conta de passivo por tributo, para a leitura do caixa não se misturar.

Quanto crédito aproveitar e como enquadrar cada operação é decisão do contribuinte. Confirme com o tributário da empresa.

Para a rotina do arquivo e dos créditos, veja EFD-Contribuições e PIS/Cofins no SAP.

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Sem querer atrapalhar: discordo de olhar o caixa só pela apuração. Olha, ano passado, o que nos pegou foi a guia. As notas de projeto citam a guia unificada de PIS, Cofins e CSLL versus o fornecedor com retenção individual, e dizem que conta de passivo compartilhada piora a leitura. O mesmo vale para a retenção que não bate entre nota, guia e saldo contábil. O efeito no caixa só se enxerga quando cada guia tem a sua conta.

  • conta de passivo separada por tributo;
  • conferência da retenção entre nota, guia e saldo.
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Contexto rápido primeiro: sou ABAP e vi dois caminhos para a evidência. Segundo a documentação da NTT, o produto tem relatório de débitos, créditos e retenções, consolidação de documentos fiscais, relatório de conciliação e lançamentos contábeis. O outro caminho é um relatório próprio. Minha opinião, né: só vale o próprio se faltar algo no padrão. As notas de projeto recomendam parametrização antes de desenvolvimento, e extensão só com ponto previsto.

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Pano de fundo: no caixa pesam duas coisas, o valor a recolher e o prazo. Então, o prazo é o que a lei diz, e esse eu não vou citar de cabeça; confirme no texto vigente. O valor, por sua vez, depende de débitos menos créditos aproveitados, e é nos créditos que a empresa costuma perder controle. Para a auditoria, o que eu separaria é a trilha: documento, apuração, guia e lançamento contábil de cada período.

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Antes da pergunta, o contexto: na prática, tá, o problema dos créditos está em onde eles nascem. As notas de projeto citam o crédito de PIS e Cofins que não nasce na nota, com levantamento e lançamento manuais, e o crédito extemporâneo no período errado. Segundo a documentação da NTT, o GUEPARDO controla os créditos apurados e seu uso, e os créditos extemporâneos anteriores ao controle do produto são lançados manualmente. Isso cabe conferir com a NTT ou no ambiente, antes de afirmar à auditoria que o controle é completo.

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