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Fóruns / PIS e Cofins

Como tratar créditos de PIS e Cofins sobre fretes e armazenagem em um grupo logístico?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Perdoem a ignorância. Sou analista em transição, trabalho há 18 anos com fiscal e a empresa migra de outro ERP para o SAP. Veja, o teste é simples de dizer: grupo de logística, volume alto de fretes e armazenagem, e o crédito precisa ser controlado.

Só que não quero decidir sozinha a tese de insumo, que é da empresa. Como eu controlo o crédito de PIS e Cofins desses gastos sem decidir a tese, e como mostro isso ao gestor?


Atualização:

Obrigada a todos. Vou montar a lista por tipo de gasto com a decisão do tributário em cada linha e conferir com a conta contábil, como o Jefferson e o Sérgio sugeriram. Pergunta de seguimento: o crédito levantado manualmente deve ter um documento de apoio padrão? E quem assina primeiro, o fiscal ou o contábil?

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Controle e tese andam separados, e a tese de insumo pertence à empresa. Nosso material não mostra o produto decidindo isso; a NTT ou um teste no ambiente confirma. Roteiro:

  1. Quadro por tipo de gasto, com a decisão do tributário em cada linha.
  2. Conta contábil limpa por linha, e apuração comparada ao razão.
  3. Crédito manual e extemporâneo com dono e evidência.
  4. Relatórios de crédito testados num mês fechado antes de chegar ao gestor.

Cada empresa decide com o seu tributário, então confirme com o tributário da empresa antes de aproveitar o crédito. Mais sobre a obrigação em EFD-Contribuições no SAP.

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Olha, eu aprendi na marra que frete e armazenagem têm contratos diferentes, e o documento nem sempre tem a mesma cara. Se você olha uma amostra de um tipo só, a decisão não vale para o outro.

Pegue uma amostra de cada tipo de gasto e registre qual decisão do tributário se aplicou a cada documento. No fim do mês, quem decidiu assina a lista. Se a decisão mudar, guarde a antiga com data.

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Uma alternativa, sem querer complicar: agrupar por conta contábil em vez de por tipo de documento. Marque no controle de cada conta qual decisão do tributário vale (gera crédito, não gera, em revisão) e compare a apuração com o razão por conta.

A desvantagem é que a conta precisa estar limpa; conta com frete misturado a outras despesas contamina. O material não afirma que o produto leia essa marca, então seria controle externo ou desenvolvimento, a decidir.

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Bem, dito isso, discordo de olhar só o crédito que nasce na nota. Nas notas de projeto aparece crédito de PIS/COFINS que não nasce na nota, levantado e lançado manualmente, e crédito extemporâneo no período errado. O controle tem que cobrir:

  1. Crédito que nasce na nota.
  2. Crédito levantado e lançado manualmente.
  3. Crédito extemporâneo.

Cada lançamento manual precisa de dono e evidência anexada.

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Objetivamente: o que dá para controlar é a trilha. Contando nos dedos, viu, são quatro pontos: documento de origem, conta contábil, decisão do tributário e linha na apuração.

A documentação cita relatório de débitos, créditos e retenções em Excel, em background, consolidação de documentos fiscais e relatório de conciliação. O material não diz o que cada relatório mostra por tipo de gasto. Teste com um mês fechado antes de prometer algo ao gestor.

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Resposta curta: separe o controle da tese. Quem decide quais gastos geram crédito é o cliente; o produto controla créditos apurados e o seu uso.

Olha só, pois é, a documentação da NTT afirma isso e diz que crédito extemporâneo anterior ao controle do GUEPARDO é lançado manualmente em /FHG/APC05. A documentação que consultamos não afirma que o produto decida o que é insumo. Comece com uma lista por tipo de gasto (frete na compra, frete na venda, armazenagem), com a decisão do tributário em cada linha.

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