Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
10 Respostas

Aqui na rotina de serviços, uma filial emite por outro sistema da totvs e o restante roda em SAP com GUEPARDO Tax. Estou lendo a NT da nova legislação tributária e listei as adequações de campo, mas não achei como encaixar o grupo de antecipação ao nosso fluxo. Já fiz dois ajustes de cadastro e a nota passou, só que a ligação entre os dois sistemas ficou nebulosa; e aí, como bem lembrou meu gestor, melhor perguntar antes de fechar o escopo. Alguém já separou o que muda na emissão do que muda no cálculo dos tributos?


Atualização:

Valeu, pessoal. Testei a tabela do Luiz e o teste do Evandro em homologação, e aí, como bem lembrou o Moisés, a tabela envelhece rápido. Quem revisa o cadastro quando sai texto novo: o fiscal ou o time de SAP? E quanto tempo vocês dão para a revisão ser considerada concluída?


Atualização:

O sumário resolve tudo? Obrigada, Sérgio. Usei a leitura pelo sumário numa filial e achei os grupos em minutos, e aí, como bem lembrou a Kátia, a nota anterior precisou de mais cuidado. Qual teste você faz primeiro quando essa nota anterior vem da totvs?


Atualização:

Fernanda, obrigada pela ressalva. Fiz o combinado de datas com o time do totvs e testei as versões em homologação, e aí, como bem lembrou você, o ritmo deles é outro. Uma dúvida de seguimento: vocês registram essas datas em ata ou no próprio chamado, para o fiscal conferir depois?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Leitura primeiro, teste depois. Os tipos básicos, o cclasstrib e o ccredpres formam a base de qualquer emissão nova, e a ordem que fechou a conversa foi: ler a nota, montar a lista de códigos, testar com cenários reais e registrar o resultado. Se houver emissão fora do SAP, como na filial da totvs, combine datas e responsáveis antes de qualquer teste. Revise a lista sempre que a NT mudar, porque o texto recebe revisões. A interpretação tributária é do contribuinte; o time de SAP desenha, configura e prova o comportamento. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi foi confiar em uma só leitura de versões. Discordo do Leandro num ponto: o teste em base própria não cobre o time do winthor, que mantém as adequações dele e anda em ritmo próprio. O prazo é, tá, o que o contribuinte definir, e não o do sistema. Por isso eu combino datas com os dois lados antes de testar, tanto no SAP quanto no totvs, e registro o combinado no chamado.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo com o Sérgio sobre a leitura, mas discordo de parar nela. Um alerta, tá: no e-commerce, a validação no sistema vale mais que ler a nota técnica. Primeiro, subo a NT numa base de teste; segundo, a utilização dos campos novos é medida pelos eventos de rejeição. Isso vale quando já existe base de teste; sem ela, resta a leitura. A decisão tributária fica com o contribuinte, mesmo quando o teste envolve a totvs.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Meu caso concreto: no varejo, em setembro conferi a NT 2025.002-RTC, a 1.52, e comecei pelo sumário, que mostra todos os grupos. De modo geral, tá, a leitura guiada pelo sumário substitui a tabela e o teste automático quando o time é pequeno; com time grande e muita mudança, os outros caminhos compensam. A reforma tributária pede disciplina de leitura, e no log do projeto eu anoto a data de cada uma, inclusive para a filial da totvs.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Resultado prático: cada campo novo ganha um dono. Evandro, completando o seu teste, a inserção dos campos novos e a introdução do grupo de pagamento antecipado mexem em telas diferentes no SAP, então quem testa precisa saber qual. E aí, o teste é rodar o mesmo cenário duas vezes, com e sem esse grupo preenchido. Em RISE with SAP isso sai rápido. A parte tributária fica com o contribuinte, e o resultado do teste vai para ele, inclusive o da filial na totvs.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se a NT é só publicação de campos, discordo da Úrsula num ponto: rodar o cenário duas vezes não basta para a nota referenciada. De perto, né, o grupo de NF-e referenciada tem banco de dados próprio e o teste precisa de uma nota anterior válida. Eu olharia também o presumido, que pode mudar o resultado. Se a filial da totvs emitiu a nota anterior, confira o formato dela, porque a tributária da nova nota depende disso.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Moisés, ponto justo, e aqui vai outro caminho que o time usa: em vez de tabela, uma criação de teste automático por código, com a descrição do cenário no próprio caso de teste. O risco é, né, o teste ficar velho também, então só vale se alguém for dono da revisão. Esse caminho compensa quando há muitos códigos, como no grupo de crédito; com poucos, a tabela do Luiz basta. Na filial da totvs, a regra tributária entra no mesmo teste.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi: tabela fixa de códigos. Discordo do Luiz num ponto, porque a NT recebe correções a cada revisão, e o controle de mudanças fica por conta de quem mantém a tabela. No S/4HANA 2023, uma tabela velha segurou nota boa. Agora, a regra é revisar o cadastro quando sair texto novo sobre o consumo e só depois liberar a emissão, inclusive na filial que usa totvs. A leitura tributária continua com o contribuinte.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com o Alexandre, mas discordo de começar só pelos tipos de campo. Olha, na última auditoria do ECC 6.0 pedimos a lista de códigos por classificação e o ccredpres apareceu como ponto de dúvida, então hoje mantemos uma tabela complementar com cada código aceito. O pedaço do log mostrado ao auditor trazia só o nItem e o código. Esse caminho vale quando há auditoria; para teste rápido, a leitura direta da NT basta, mesmo com a emissão pela totvs.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Separar ajuda? Ajuda, sim, porque a NT trata dos campos de emissão e a apuração entra por eventos. Olha, só pra alinhar, eu começaria pelos tipos básicos e pelo cclasstrib, porque o resto depende deles. Com a totvs na filial, valeria combinar com o time de lá qual sistema preenche cada campo, para não duplicar. A decisão tributária é do contribuinte; nós só garantimos o comportamento.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033.

Ver todas do fórum