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Fóruns / GUEPARDO Tax: implantação e integração com SAP

Como decidir entre AMS Fiscal e equipe própria para sustentar o GUEPARDO Tax?

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Resumo da dúvida: o projeto do GUEPARDO Tax terminou e a diretoria precisa decidir como sustentar o ambiente, com AMS Fiscal contratado ou com equipe própria. Passamos por situação parecida no fechamento do mês passado, com chamado que ninguém sabia quem resolvia, e agora cada opção tem um risco diferente na mesa. Que critérios vocês usam para comparar? Quero levar riscos, não opinião: o que perde quem escolhe equipe própria, o que perde quem escolhe terceirizar e o que não muda em nenhum dos dois?


Atualização:

Obrigado. Agora, pelo que testei num rascunho que montei, o híbrido da Gisele foi o que a diretoria mais discutiu. Vou usar os quatro itens da Larissa e os três critérios da Elaine como régua para as duas opções. Pergunta de seguimento: para a equipe própria, como comprovo passagem de conhecimento, se hoje está tudo na cabeça de duas pessoas? Existe um mínimo de documentação que vocês exigem?

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Resumindo, em critérios que cabem na página da diretoria:

  1. Concentração: quem sabe o ambiente e o que acontece se sair.
  2. Escopo: o que é sustentação e o que é projeto, escrito.
  3. Atualização: quem faz análise de impacto e regressão contra períodos fechados.
  4. Evidência: causa raiz demonstrada, relatório com recorrência, sem medir só tempo de resposta.

Sobre o mínimo de documentação, a conversa aponta para um inventário vivo de extensões e um dossiê por regra, com dono e data. A escolha entre AMS Fiscal, equipe própria ou híbrido é decisão da diretoria. Para aprofundar, veja como escolher sustentação fiscal no SAP.

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Pessoal, bom dia. Complemento com o risco que mais aparece depois do go-live, a atualização de versão:

  1. É decisão de risco e de calendário fiscal, não só de Basis.
  2. A janela vem depois que as obrigações do mês estiverem geradas e entregues.
  3. A regressão compara com evidência de períodos fechados.
  4. As extensões Z quebram na atualização quando ninguém sabe qual existe, quem escreveu e o que assume do produto.

E aí, meu palpite é perguntar a cada opção quem faz esses quatro itens, e com que dono.

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Para situar vocês: acompanho o assunto desde a implantação do SAP com GUEPARDO Tax e discordo de comparar as opções por tempo de resposta. Veja, como vimos, nível de serviço medido só em tempo de resposta engana. O que separa uma boa sustentação, própria ou contratada, é causa raiz demonstrada, passagem de conhecimento e relatório periódico com recorrência. Sustentação em que os chamados repetem a mesma causa e ninguém domina o ambiente fiscal falha com qualquer modelo de contratação.

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Boa tarde, colegas do fiscal. Sou consultora FI, não do dia a dia do fiscal, mas vi um terceiro caminho: o híbrido. De modo geral, pois é, a equipe própria fica com a regra e a validação, que são do cliente, e o AMS Fiscal com incidente, causa raiz, análise de impacto de atualização e chamado à NTT quando a evidência aponta para o produto. Nos dois casos valem as mesmas dependências: acesso individual aos ambientes, ferramenta de chamados, contrato do cliente com a NTT para o produto e ambiente de qualidade.

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A decisão pesa sobretudo em três riscos: conhecimento concentrado em poucas pessoas, escopo mal definido e perda das customizações na troca de quem sustenta. Veja, no nosso caso a equipe própria tinha dependência de pessoas, o mesmo risco de apuração só em planilha e memória de cálculo, sem trilha ligada à contabilidade. Para quem terceiriza, o risco é mudar de fornecedor sem passagem de conhecimento das customizações. O que não muda em nenhum dos dois: manutenção da licença e correção de defeito do produto são da NTT.

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