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Fóruns / Fiscalização, auditoria e contencioso

Como defender a própria apuração diante do fisco usando a prova do GUEPARDO Tax?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Perdoem a ignorância: assumi a coordenação tributária há pouco, vindo de outro setor. A gente costuma, né, fechar o mês sem problema, mas chegou uma notificação pedindo justificativa dos valores apurados de um período inteiro.

O time precisa mostrar o caminho do dado, da nota até a guia e o lançamento contábil. Usamos SAP com GUEPARDO Tax. Que prova o produto me dá nesse cenário, e o que eu preciso montar por fora para levar ao jurídico e ao diretor?


Atualização:

Obrigado a todos, ficou claro. Confiamos demais no que o sistema mostra. Vou montar o quadro por competência que o Bruno sugeriu e levar à reunião de segunda-feira.

Pergunta de seguimento: o dossiê da regra fica sob guarda de quem, fiscal ou jurídico, e por quanto tempo mantemos?

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Quem defende a apuração apresenta um conjunto de provas, e o produto é só uma peça. O material que temos não afirma que o GUEPARDO Tax entregue o dossiê pronto; confirme com a NTT ou teste no ambiente. A documentação da NTT descreve uma base única de apuração, o que ajuda a seguir o rastro do dado.

  1. Monte o quadro por competência: documento, apuração, ajuste, guia, contabilidade.
  2. Dê dono e data a cada regra e a cada ajuste.
  3. Defina com o jurídico do cliente por quanto tempo o dossiê é guardado.
  4. Faça o tributário da empresa revisar a explicação antes do envio.

A decisão de como responder ao fisco é do cliente. Mais sobre o tema em conciliação fiscal e contábil no SAP.

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Deixa eu montar o quadro, e aí, vamos lá, com um ponto de discordância:

  1. Não tratem o produto como a prova. A prova é o conjunto: dado, regra, dono e evidência.
  2. Teste técnico da consultoria não valida a apuração do mês. Quem valida é o cliente.
  3. Antes de levar ao fisco, o tributário da empresa precisa revisar a explicação de cada ajuste.

Se o time chegar na defesa dizendo que o sistema garante, a pergunta seguinte do fiscal vai ser quem conferiu.

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Sem querer atrapalhar: aqui a gente resolveu de outro jeito. Em vez de depender só da ferramenta, montamos o dossiê por regra, fora dela. Cada regra tem dono, data e vínculo com o documento que a sustenta.

E aí, batendo o olho, o que a documentação de governança do cliente descreve é isso mesmo: dono por regra, dossiê com data e período de guarda definido com o jurídico. Quando a notificação chega, você abre o dossiê da regra, e não uma planilha de pessoa.

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Boa tarde, pessoal. Completando: o dossiê precisa mostrar a cadeia inteira. Documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade, nessa ordem. Olha só, tá: arquivo aceito pelo validador oficial não é prova de que o imposto apurado é o escriturado e o pago.

Monte um quadro com uma linha por competência e, em cada coluna, o número que sustenta cada elo da cadeia. Onde faltar número, é lá que o fiscal vai perguntar.

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Contexto rápido primeiro: o produto ajuda, mas o material que temos não afirma que ele monta o dossiê sozinho. Segundo a documentação da NTT, ele opera sobre uma única base de dados de apuração, e o módulo estadual guarda histórico para fiscalização.

Minha leitura, viu, é que isso dá o ponto de partida: uma base só. O resto, como o produto entrega essa prova na tela, confirme com a NTT ou teste no ambiente antes de prometer algo ao diretor.

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