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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como o SAP deve representar um regime específico de tributação na determinação fiscal?

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Perdão pela dúvida simples, sou auditor interno e não do fiscal. Estamos migrando de outro ERP para o SAP e, no fechamento mensal, apareceu um problema: alguns produtos e serviços nossos têm tratamento tributário diferenciado, e o time quer atender a mais de um regime sem criar uma exceção solta para cada caso.

Como o SAP deve representar um regime específico de tributação na determinação fiscal? Hoje o regime está só na cabeça de quem lança a nota e numa planilha. O que devo pedir ao projeto para conseguir auditar isso depois?


Atualização:

Obrigado a todos. Resumindo, a dica é, viu: tratar o regime como dado com vigência e decisão registrada, não como memória de quem lança. Vou pedir ao projeto a lista de regimes, o relatório de itens sem regime e a matriz de testes. Pergunta de seguimento: quem deve ser o dono da lista de regimes, o fiscal ou o time de dados mestres?

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Um regime específico entra no SAP como dado com vigência e dono, não como exceção solta no lançamento. Resumindo a conversa:

  1. Lista única: regime com nome, decisão registrada, início e fim.
  2. Vínculo: produto ou serviço, ou o par produto e operação quando o tratamento muda por operação, aponta para a lista.
  3. Cadastro vazio: em item sujeito a regime, aviso ou bloqueio, nunca silêncio.
  4. Prova: matriz de resultados esperados, uma nota de teste por célula e relatório de itens sem regime a cada fechamento.

Quanto ao dono da lista, o fiscal decide as regras e dados mestres mantém o cadastro. Se o enquadramento de algum item não estiver claro, o desenho não resolve: confirme com o tributário da empresa. Veja também dados mestres fiscais no SAP.

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Primeiro o cenário: sou analista fiscal e já auditei desenho parecido. Em geral, o que falta é a evidência da decisão. Guardem junto de cada regime o documento interno que registra a decisão, com data e responsável.

  1. Regime cadastrado com vigência.
  2. Parecer ou ata do tributário vinculado.
  3. Nota de teste por cenário, com o resultado comparado.
  4. Relatório de itens sem regime, revisto a cada fechamento.

Com esses quatro itens, o auditor refaz o caminho sozinho.

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Vou direto à dúvida de desenho: aqui a gente fez de outro jeito. Em vez de um regime por produto, o regime ficou no par produto e tipo de operação, porque o mesmo item pode ter tratamento diferente conforme a operação. Como dizem, viu, o regime é do fato, não do cadastro. O custo é uma tabela maior para manter, mas evita criar material duplicado só para carregar um regime. Se o seu caso é um regime por produto em qualquer operação, o desenho do Eduardo basta. Teste os dois caminhos com cinco itens antes de escolher.

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Para situar vocês: discordo de um ponto. Dizer que o item sem regime cai no tratamento comum pode esconder erro. Só um detalhe, é que em migração muito cadastro chega vazio, e vazio vira tratamento comum sem ninguém perceber. Prefiro que, nos itens sujeitos a regime, o cadastro vazio gere aviso ou bloqueie o lançamento, em vez de seguir calado. Dá mais trabalho no início e mais ruído no fechamento, mas o ruído mostra o buraco antes de a auditoria mostrar.

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Regime precisa virar dado, não memória de quem lança. E aí, um palpite: peça ao projeto uma lista única de regimes, cada um com nome, quem decidiu, data de início e data de fim. Cada produto ou serviço aponta para um regime dessa lista, e a determinação fiscal lê esse vínculo. Para auditar, peça um relatório que liste, por regime, todos os materiais e serviços vinculados. Item que não aparece em nenhum regime cai no tratamento comum, e isso precisa ser uma escolha visível, não um esquecimento.

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Saudações, pessoal. Trabalho há 20 anos com fiscal e complemento com o teste, que é onde o desenho costuma falhar. Colocando no papel, é uma matriz: nas linhas, os regimes; nas colunas, os cenários de operação (venda interna, venda interestadual, devolução, serviço). Para cada célula, o resultado esperado de imposto fica escrito antes de configurar. Depois, emita uma nota de teste por célula e compare com a matriz. Célula sem resultado esperado significa que ninguém decidiu ainda, e essa decisão volta para o tributário do cliente, não para o consultor.

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