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Fóruns / Regimes específicos e diferenciados

Como o setor de transporte deve preparar o sistema para regras específicas da reforma?

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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Uma transportadora emite muito CT-e, com regras próprias de frete, redespacho e subcontratação. Estamos antes da transição da reforma e quero montar o que revisar no sistema, em ordem de risco.

Então, voltando ao ponto, o que devemos checar no SAP, na parte de documento eletrônico e na de cálculo, antes de qualquer data de virada? Já temos a lista de CT-e emitidos por tipo, mas não temos a lista do que o sistema calcula sozinho.


Atualização:

Obrigado. Vou fazer por fluxo, como o Alan sugeriu, e pedir à NTT a descrição das notas do CT-e. Pergunta: para a parte padrão do SAP, existe lista de notas da reforma que eu possa usar de checklist, ou tenho de montar a minha a partir do que está aplicado no ambiente?

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Prepare o CT-e por fluxo, com as três prontidões marcadas em cada um; a decisão de enquadramento fica com a empresa.

  1. Fluxos: emissão própria, subcontratação, tomador e entrada de terceiro, cada um com nota de teste ponta a ponta.
  2. Prontidões: SAP, produto fiscal e dado, separadas.
  3. Notas: a documentação cita notas da reforma nos procedimentos de imposto RVABRA, TAXBRA, TAXBRJ e RVXBRA; confira o que está aplicado no seu ambiente.
  4. Produto: o conteúdo de cada nota técnica o material que temos não afirma; peça à NTT.

Veja CT-e e MDF-e no SAP. Enquadramento e crédito: confirme com o tributário da empresa.

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Discordo de tratar tudo como lista técnica. A exceção é o que depende de decisão fiscal: enquadramento do serviço de transporte, tratamento de crédito e regime específico. O sistema não decide isso por você.

Confirme com o tributário da empresa antes de parametrizar. Tecnicamente, prepare o sistema para aceitar mais de uma regra, com data de vigência, em vez de cravar hoje a regra que ainda não está decidida.

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O problema é que, tá por tipo de operação fica uma lista longa. Faça por fluxo: emissão própria, subcontratação, tomador do frete e entrada do CT-e de terceiro. Para cada fluxo, uma nota de teste ponta a ponta, do pedido ao documento e à contabilização.

Prefiro isso à lista de itens, porque o que já vi dar problema foi a junção entre emissão e contabilização.

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Na real, pois é, vale ver o que existe do lado do módulo de documentos eletrônicos (e-Invoicing). Segundo a documentação da NTT há notas técnicas de CT-e ligadas à reforma, de entrada e de split payment. O que cada uma muda, o material que temos não afirma.

Peça à NTT a descrição funcional e confira se a versão instalada traz essas notas.

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O número é, viu: são três prontidões separadas. SAP, produto fiscal e dado. Segundo um material de projeto, elas são separáveis e cada uma tem dono e checagem própria: notas da SAP aplicadas, notas técnicas do produto fiscal e dado limpo (classificação, regra de crédito).

Para o CT-e, liste os tipos de operação e marque, em cada um, qual das três prontidões falta.

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