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Fóruns / SAP DRC e eDocument

Quando o SAP DRC e o GUEPARDO Tax mostram valores diferentes de imposto na nota, quem tem razão?

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E aí, pessoal. No fechamento do mês passado vi uma nota de venda com um valor de ICMS no documento emitido e outro valor na apuração do GUEPARDO Tax, para a mesma operação. O time já está brigando sobre quem errou, o emissor ou o produto. Agora, saindo um pouco do tema, nem sei se é erro: pode ser só um jeito diferente de calcular? Como investigo sem presumir erro em nenhum dos lados? Tenho a nota e a apuração abertas, mas não sei o que olhar primeiro.


Atualização:

Obrigado, pessoal. Fiz o roteiro do Juliano e a diferença apareceu no elo do ajuste: existe um ajuste manual sobre essa nota. Agora a dúvida: quem decide se o ajuste fica ou sai, o fiscal ou a TI?

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Ninguém tem razão por padrão: confira a cadeia antes de culpar o emissor ou a apuração. O material que temos não explica a relação entre o DRC e o GUEPARDO Tax nem traz documentação funcional de ICMS do produto; confirme com a NTT ou teste no ambiente.

  1. Defina qual dos dois calculou o valor da nota.
  2. Confira período, empresa e local de negócios.
  3. Siga documento, apuração, ajuste, guia e contabilidade e anote o primeiro elo em que o valor muda.
  4. Teste uma nota simples, sem ST nem benefício.
  5. Manter ou retirar um ajuste é decisão do fiscal do cliente, não da TI.

Veja apuração de ICMS e IPI no SAP.

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Me desculpem a pergunta, mas completo pelo lado contábil. No meu dia a dia, pois é, a diferença que mais pega é a de data: a nota é de um dia e a apuração de outro, ou a competência é diferente. Confira período, empresa e local de negócios dos dois lados antes de mexer em qualquer imposto. E registre a conclusão por escrito: quem valida é o cliente, e o teste técnico não prova que a apuração do mês está certa.

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Quero saber uma coisa antes: o que cada lado calcula? Discordo de comparar valores sem isso. Então, a regra é conferir o que o produto cobre. O material que temos não traz documentação funcional de ICMS do GUEPARDO Tax; só cita ICMS em material de apresentação da NTT. Se a apuração de ICMS que você olha não é do produto, a comparação nem existe. Confirme com a NTT qual módulo apura esse imposto na sua versão.

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Prezados, bom dia. Complemento com a dúvida de quem chegou agora, vindo de serviços: qual é a relação do DRC com o GUEPARDO Tax? Como já disse, pois é, procurei e o material que temos só mostra DRC como nome de menu da configuração, sem explicar a sigla nem a relação com o produto SAP de mesmo nome. Então, antes de decidir quem tem razão, descubra qual dos dois calculou o valor que está na nota: o emissor ou a apuração. Sem essa resposta, a comparação é entre coisas diferentes.

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Desculpem a insistência: outro jeito. A ideia é testar com isolamento. Pegue uma nota simples, de operação sem ST nem benefício, e refaça o cálculo à mão com a configuração do SAP à vista. Depois repita na apuração. Se a nota simples fecha, a diferença está no que complica a operação. Em ICMS-ST e DIFAL, nos meus 23 anos de fiscal, a divergência costuma estar em parametrização de CST, CFOP e NCM divergente entre filiais, ou em ajuste sem código apropriado.

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Sei que deve ser básico, porém: ninguém tem razão por padrão. O que existe é uma cadeia que se confere, e olha, em linhas gerais, ela é assim.

  1. Documento: o valor de ICMS gravado na nota.
  2. Apuração: o mesmo documento dentro da apuração.
  3. Ajuste: algum ajuste que incide sobre ele.
  4. Guia e contabilidade.

Em ICMS-ST e DIFAL a prática de projeto é essa cadeia, e o validador oficial aceitar o arquivo não prova nada. Comece pelo primeiro elo em que o valor muda.

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