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5 Respostas

Pessoal, dúvida de quem está no meio do projeto. Estou num cliente automotivo com SAP e vejo duas rotas para tratar o fluxo de documentos fiscais: o DRC e o VIM. Já montei um teste no sandbox com a mesma nota de compra, e os dois chegam ao fim, mas um deixa o rastro mais claro e o outro é mais rápido para o time de compras. A equipe do cliente quer um caminho só, sem duplicar cadastro. A dica é, pois é: a gente precisa decidir o que cada um resolve. Vocês já usaram os dois juntos ou escolheram só um? Qual foi o critério?


Atualização:

Priscila, obrigada pelo mapa de responsabilidade, vou fazer isso antes de qualquer outra coisa. Testei ontem com uma nota de devolução e o VIM segurou o fluxo na aprovação, como você disse. A dica é, pois é, esperar o retorno do compras antes de mexer no DRC. Se o dono do dado for o fornecedor, o DRC ainda faz falta ou a aprovação resolve sozinha? Quero fechar isso com o cliente esta semana.


Atualização:

Se o Gustavo estiver certo sobre o XML, o teste que eu montei está incompleto, porque só olhei a fatura. A dica é, pois é, refazer com a nota de devolução e com o XML de saída, senão o caminho fica meio cego. Obrigada a todos. Pergunta de seguimento: o XML de saída do DRC pode ser conferido pelo VIM depois, ou os dois precisam ler a mesma estrutura desde o início?

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Num projeto como esse, a rotina de fechamento manda mais que a comparação técnica. Quem escolhe entre DRC e VIM sem olhar o dono do dado acaba reabrindo a decisão depois. O caminho mais seguro costuma ser mapear responsabilidades, definir a trilha que a controladoria aceita e só então testar os dois em um piloto pequeno. Se o piloto mostrar que um resolve a conferência e o outro resolve o documento, a combinação pode ser melhor do que escolher um só, mas isso precisa ser validado com o cliente. Recomendação prática: faça o piloto com uma filial, meça o esforço de manutenção e leve a decisão à governança. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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A melhor escolha depende de onde o XML fica e de quem o consome. Alexandre, complemento a sua ideia de governança com um ponto técnico: olhando o XML, ó, na minha visão o DRC costuma ser o caminho quando o conteúdo precisa ser montado e validado antes do envio, e o VIM quando a discussão é a fatura recebida. Não tomo partido sem ver o layout do cliente. Antes de decidir, eu checaria a estrutura do XML que chega ao sistema e quem mexe nele depois.

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Discordo, com todo respeito, Simone. Você fala como se a escolha fosse técnica, e eu acho que é de governança. Então, o prazo é só uma desculpa para decidir rápido, e quem responde pelo erro no fechamento precisa estar na mesa. Já vi projeto em que o time técnico escolheu a ferramenta mais bonita e a controladoria rejeitou depois de dois meses. Antes de comparar DRC com VIM, eu definiria a trilha de auditoria exigida pela controladoria e só depois o desenho.

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Concordo em parte, Simone: os dois funcionam, mas eu não acho que resolvam a mesma coisa. Na minha leitura, o DRC fica mais perto do documento fiscal e o VIM mais perto da conferência de fatura. Agora, por precaução, eu não juntaria os dois sem antes mapear quem é o dono de cada dado. Discordo só de um ponto: a velocidade não deveria decidir. No print de tela do seu teste, o rastro do VIM é claro, mas se o compras exige aprovação, ele pode travar o fluxo. Eu começaria pelo mapa de responsabilidade.

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O risco que eu já vi é o cadastro duplicado nos dois lados, e isso dá trabalho depois. Na nossa equipe, a gente não usou nenhum dos dois de cara: montamos uma camada própria em ABAP que lê o documento e grava o status, e só depois avaliamos a ferramenta padrão. Veja, pelo que vi, esse caminho vale quando o escopo é pequeno e o time tem gente que lê código. Não vale quando a área fiscal quer relatório pronto, porque aí o custo de manutenção sobe. Eu faria um piloto com uma filial antes de decidir.

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