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Fóruns / Dúvidas do curso: Workshop do checklist de 41 itens: prontidão fiscal no SAP

Depois do projeto, quem é o dono de cada regra fiscal e como evitar que seja sempre a TI?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

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Esta pergunta foi sinalizada
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Sem enrolar, direto do exercício de sustentação do curso. Terminado o projeto, a TI continua respondendo por qualquer dúvida fiscal, porque a empresa não nomeou um dono de negócio para cada regra. Quando alguém pergunta por que o sistema calcula de certo jeito, o chamado cai na TI.

Sou gestor fiscal e quero desenhar a transição. Como atribuo dono a cada regra? E o que a TI deve entregar para o fiscal conseguir assumir?


Atualização:

Obrigada pelas ideias. Vou propor dono por tema, com a lista de regras dentro, e o inventário de extensões entregue pela TI antes da saída do projeto. Pergunta de seguimento: o dono do tema precisa ser da área fiscal ou pode ser da contabilidade, quando o tema é a contabilização?

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Nomeie, por escrito e antes de a equipe do projeto sair, um dono de negócio para cada tema fiscal; sem nome na tabela, a pergunta volta sozinha para a TI. Monte a passagem assim:

  1. divida as regras em temas, como a apuração de um imposto, e dê a cada tema um dono e um substituto;
  2. guarde para cada regra um dossiê com data, dono e a ligação com a regra;
  3. exija da TI a lista das extensões Z, informando objetivo, autor e o que cada uma assume do produto;
  4. no chamado, separe por tipo: dúvida fiscal vai ao dono, falha técnica vai à TI.

Veja governança fiscal e sustentação consultiva.

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Me desculpem a pergunta, mas vale registrar um ponto da transição. A contabilização é um tema compartilhado, então eu nomearia como dono quem sustenta o resultado diante do auditor, e como substituto o outro lado. Um dono sem substituto vira gargalo em férias e em fechamento.

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Desculpem se for básico, mas discordo de um dono por regra. No fim das contas, pois é, regra fiscal depende de outras: a mudança em uma afeta várias. Dono por regra isolada gera conflito. Eu atribuiria dono por tema, como apuração de um imposto ou uma obrigação, e deixaria a regra individual como item dentro do tema. O dono do tema responde pelas regras e decide quando consultar a área técnica.

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Montando o contexto: acrescento a regra de roteamento. Pergunta de natureza fiscal, como "por que calcula assim", vai ao dono da regra; pergunta de natureza técnica, como "por que o job falhou", vai à TI. Então, um palpite: o formulário de chamado tem um campo obrigatório "tipo da dúvida" que faz o roteamento sem discussão. Revise o roteamento no primeiro fechamento depois do projeto.

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Vamos ao que interessa: a TI precisa entregar o que só ela sabe. Uma lista das extensões Z, cada uma com objetivo, quem escreveu e o que assume do produto. O cerne, viu, é que o material de projeto aponta as extensões Z como a parte que mais quebra na atualização, e o inventário vivo com dono é a defesa. Sou do MM e já vi extensão que ninguém sabia que existia.

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Um pouco de história, e a regra simples: cada regra fiscal tem um dono de negócio, nomeado por escrito. O material de curso que li pede um dossiê por regra, com data, dono e vínculo com a regra. No go-live, viu, comece pelo inventário: liste as regras mais acionadas e atribua o dono antes de a equipe de projeto sair. Regra sem dono volta para a TI por padrão.

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