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Fóruns / Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico

No fim do projeto, que conhecimento precisa ser passado ao AMS Fiscal e o que costuma ficar de fora?

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Pessoal, estou fechando um projeto de rollout em ECC 6.0 e a sustentação entra em duas semanas. Sou consultor de SD, não do fiscal, então desculpem se a pergunta for básica.

A documentação do que foi customizado está espalhada: parte em especificação funcional, parte na cabeça de quem saiu do projeto. A equipe de AMS Fiscal pediu "tudo o que ela precisa saber" e eu não sei onde termina essa lista.

Que conhecimento vocês passam na virada e o que, na prática, costuma ficar de fora e depois vira chamado repetido?


Atualização:

Obrigado. Montei a lista do Samuel e da Camila numa planilha e a Adriana me convenceu: marquei para cada linha um roteiro de teste. Descobri que três customizações não têm dono nenhum. Pergunta de seguimento: quem assina esse aceite, o projeto ou o AMS?

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Resumindo a conversa, em passos para a semana da entrega:

  1. Por customização: o que faz, quem pediu, o que quebra se mudar e o roteiro de teste para reproduzir.
  2. Parametrização: o que foi configurado por empresa e filial, com a decisão fiscal que está por trás e quem a tomou.
  3. Pendências: o que ficou pela metade e o contorno provisório, cada um com data para sair.
  4. Operação: jobs, interfaces e contatos de quem decide cada assunto.
  5. Aceite: o AMS executa os roteiros e confirma por escrito. Linha sem dono volta ao projeto.

Para o fechamento ter critério verificável, o teste é simples: pegue um chamado real do último mês e veja se a documentação entregue responde sozinha. Para aprofundar a passagem de projeto para sustentação, veja como estabilizar a operação fiscal depois do go-live.

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Ou seja, viu, o aceite deve ser dos dois lados. O projeto entrega, o AMS confirma que consegue operar e o cliente fiscal assina que a lista cobre o que ele depende.

Se o AMS recusar uma linha, ela volta ao projeto com a pergunta escrita. Isso é melhor do que descobrir na primeira virada de mês que ninguém sabia como o relatório é gerado. Fiz isso numa entrega recente e a lista de pendências caiu a metade ao longo da semana de aceite.

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Dúvida curta que ajuda a lista, contando nos dedos, ó:

  1. Customizações e exits, com o dono de cada uma.
  2. Parametrização fiscal por empresa e filial.
  3. Pendências conhecidas e contornos provisórios, com data para sair.
  4. Jobs, interfaces e agendamentos.
  5. Contatos de quem decide cada assunto no cliente.

O item três é o que mais fica de fora, porque ninguém gosta de escrever o que ficou pela metade. É justamente o que gera o chamado repetido.

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Bem, um alerta: o que mais some é o motivo das decisões, não a configuração. A configuração o AMS consegue ler no sistema. O que ele não lê é por que a condição foi montada daquele jeito.

Eu pediria três coisas por customização: o que ela faz, quem pediu e o que quebra se alguém mexer. Se a equipe do projeto não consegue escrever isso em cinco linhas, a customização ainda não está entendida o bastante para ser entregue.

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Uma questão só, e discordo um pouco: documentar o motivo é necessário, mas não basta. Já vi pasta cheia de motivos e o AMS parado no primeiro chamado, porque ninguém mostrou o caminho para reproduzir o problema.

Junto com o motivo, entregue o roteiro de teste de cada customização: documento de entrada, documento esperado, tela onde se confere. O AMS aprende mais executando o teste uma vez do que lendo dez páginas.

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