A aula trata de crédito manual e de imobilizado. Quais cuidados evitam lançar crédito em duplicidade?
Fóruns / Dúvidas do curso: Governança fiscal com GUEPARDO Tax: o básico
Quando devo lançar um crédito manual e quando devo deixar o sistema calcular?
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Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.
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Para evitar duplicidade, decida origem por origem o que o sistema calcula e o que vai à mão, registre a evidência de cada lançamento e compare o imobilizado com o controle do ativo. Para aprofundar o tema, veja recuperação de créditos fiscais no SAP. O direito ao crédito é decisão da empresa: confirme com o tributário da empresa.
Antes de mais nada, tá: imobilizado pede cuidado extra, porque o crédito costuma ser apropriado em parcelas, conforme a norma vigente, e é fácil lançar a parcela duas vezes, uma pelo controle e outra à mão. A documentação cita crédito de imobilizado com transações e relatórios próprios no módulo de PIS e COFINS, mas sem fonte para evitar duplicidade por enquanto, então valide no seu ambiente. Compare as parcelas por bem com o controle do ativo na contabilidade.
Regra prática: lance à mão só o que o cálculo do sistema não consegue enxergar, e deixe o sistema calcular o que nasce de documento fiscal que ele já busca. Agora, diga-se de passagem: segundo a documentação da NTT, o produto controla os créditos apurados e seu uso, e créditos extemporâneos anteriores ao controle do GUEPARDO são lançados manualmente em /FHG/APC05. Pela leitura da frase, o lançamento manual cobre o que é de antes do controle.
Antes de lançar, procure o crédito no que já existe: pesquise por documento, período e tributo no controle de créditos e nos relatórios. De longe, o jeito mais seguro de evitar duplicidade é uma planilha de decisão por crédito com três colunas: origem (documento ou saldo anterior), quem lançou (sistema ou manual) e evidência (tela ou número do documento).
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