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8 Respostas

Resultado que importa: o extrato do ACBr sai com o tributo zerado porque o cclasstrib não foi preenchido no cadastro. Na nossa rotina de serviços, a apuração depende desse código, e a gente tentou copiar o valor de um item associado que já estava certo. Só que o extrato não bateu com a conta que o S/4HANA fez. Testei com um caso de nota de serviço e o resultado mudou quando troquei a ordem dos campos. Então, vamos lá, tá: alguém já ajustou o cclasstrib direto no cadastro do ACBr sem quebrar a apuração? Como vocês fazem para não divergir da conta do sistema?


Atualização:

O resultado que importa, pra mim, é fechar a conta antes de liberar a nota. Obrigada a todos, as respostas ajudaram. Então, vamos lá, tá: testei com dois itens e o extrato ainda diverge no campo de situação. Quem já passou por uma mudança de regra, o que olhou primeiro, o cadastro ou o XML?

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Quando a equipe de serviços vai ajustar o ACBr para o IBS e a CBS, o caso mais comum é o do item que muda de regra no meio do ano, e aí a dúvida vira de cadastro. Antes de qualquer geração de nota, feche o cadastro com o código tributário correto, confira o campo inddoacao quando houver doação e só depois libere a emissão. Se o imposto ficar em aberto no extrato, pare e compare com a regra antes de seguir. Na prática, a conferência manual de uma amostra de notas dá mais segurança do que confiar numa leitura automática. A recomendação prática é manter um roteiro curto com o cadastro, a regra vigente e o resultado esperado, e reconferir sempre que a tabela oficial mudar. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Discordo, sinto muito, pessoal. Na minha leitura, a regra é, né, que o estorno precisa seguir o mesmo caminho da nota original. Não concordo em tratar o estorno como ajuste manual, porque isso quebra o histórico dos eletrônicos. Ponto específico: se a nota for cancelada depois de emitida, o sistema deve gerar o estorno vinculado, e não um valor solto. Essa parte precisa aparecer no extrato com a referência certa.

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Maria Andrade, complemento com um ponto que surge logo depois: a nota eletrônica sai com o débito calculado, mas o extrato só reflete o que já passou pela conferência. Mas, agora, aqui por perto, o que nos ajudou foi comparar o total dos débitos com o livro de saídas antes de fechar. Se o total não bate, não adianta olhar só o item. Isso leva um tempo, mas evita retrabalho depois.

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Risco que já vi: a equipe confia no extrato e não confere a nota. Não concordo em tratar a divulgação do extrato como prova da conta. Então, veja, o plano é usar o ACBr para gerar, mas a conferência precisa ser de cada documento. Os diversos ajustes de cadastro mudam o resultado, e o extrato só mostra o que foi gravado, não o que deveria ser gravado. Por isso eu não tomaria o extrato como prova de nada até comparar cada documento com a regra.

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Isso vale para todo item? Discordo de quem trata o código como detalhe, e no rollout, viu, a primeira coisa que deu errado foi a contribuição do item de serviço, que não corresponde ao que o sistema usa no cálculo. Se o cadastro estiver certo e o XML não, o extrato sai bonito e a conta fica errada. Por isso eu não aceitaria o valor só porque a tela aprovou.

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Concordo em parte com a Renata Lopes: o código precisa bater com a regra do item antes de sair. Mas discordo de depender só do XML. Na prática, a gente, olhando o número, pois é, usa a descrição do item como primeira checagem e mantém uma tabela de apoio com o que já foi validado. Quando o volume é pequeno, esse caminho basta. Quando cresce, vale um dispositivo de validação que bloqueia a nota antes da emissão, mesmo que dê mais trabalho no começo. O valor disponível no cadastro precisa ser o mesmo que sai na nota.

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No dia a dia de serviços, o caso que mais vejo é o do item que muda de regra no meio do ano. Jéssica Correia, complemento o seu ponto com a codificação: antes de emitir, confira se o código gravado no cadastro é o mesmo que aparece no extrato. Eu vi, pelo que testei, que a tabela de situação e a de enquadramento não são a mesma coisa, então vale conferir as duas. Conforme a equipe aprendeu, a regra é alinhar o cadastro antes de liberar qualquer nota.

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Se você usar o código da tabela oficial, a classificação bate e o cenário da nota fica consistente com o extrato. Na minha visão, olha, pelo que vi, o problema costuma ser o código de situação copiado de outro cenário, e não a tabela em si. Dá para conferir isso num caso só, comparando o item que falhou com um que já passou. Minha sugestão é fixar o cadastro antes de testar e não ajustar o XML depois da emissão.

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