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11 Respostas

Pessoal, como vocês sabem qual cclasstrib utilizar? Estou ajustando a emissão de NF-e para um cliente de siderurgia com RISE with SAP. Agora, pelo que vi, o campo de código do IBS e da CBS aparece no XML, mas a nossa configuração não diz qual cclasstrib usar para cada produto. No teste, a apuração do mês saiu com a alíquota padrão para tudo, e o cliente quer separar os itens com benefício. Já olhei a documentação do grupo de tributos e não achei a regra por situação. Como vocês escolhem o cclasstrib certo para cada caso?


Atualização:

Na minha rotina de SD, o caso concreto é um pedido de venda com item de doação e outro com benefício. Agora, pelo que vi, o XML só fica coerente quando eu separo os dois. Obrigado a todos. Vou testar a regra da Ivone no ambiente de teste e volto com o resultado. Alguém já validou o código de um item doado sem pedir ajuda da fiscal?


Atualização:

Se a regra da Ivone e a da Eliane baterem no teste, eu sigo. Agora, pelo que vi, a parte mais chata é a doação recorrente. Obrigado a todos, esse fio ajudou muito. Vou repetir o teste com o lote de julho e conto o resultado. Alguém já tentou esse caso com doação recorrente?

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Será que o tema fecha em uma regra só? Não fecha, e a conversa mostrou que o código depende do contexto do item, da marcação de regime e do que o gerador do XML lê. Recomendação prática: montar uma tabela de decisão por tipo de item, com os campos cclasstribis e cclasstribreg preenchidos segundo a regra escrita, e revisar a cada virada. Quem define a regra tributária do item é o cliente, com a área fiscal dele, e nós desenhamos e provamos o comportamento do sistema. Antes de liberar, confira a leitura do XML e guarde o registro do teste. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Na minha rotina de coordenação tributária em mineração, o caso concreto é um item com vedação de grupo, e a alíquota sai no padrão. Meu ponto: a outra forma que usamos é tratar a vedação por lista fechada, revisada em toda virada de ano. Vale quando a lista é curta e estável. Quando ela cresce, a manutenção vira o principal custo. Essa é a leitura.

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Concordo com a Sílvia Mendes. O bom é, tá, que o preenchimento do grupo de doação não depende do ano da reforma, só da regra. Na minha rotina de contador do distribuidor, o percentual de benefício aparece no cadastro, e se ele estiver vazio o programa não sabe o que fazer. Vale checar antes de cada virada, principalmente no primeiro ano de reforma.

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Eliane Nunes, e aí, ano passado, a gente tentou outra forma: separar a operação de doação num fluxo próprio, orientando o código pela finalidade e não pelo item. Vale quando a doação é recorrente e o volume é alto. Não vale quando há poucas operações, porque o fluxo fica caro de manter. Conferimos o XML antes de liberar, e isso segurou o erro no teste.

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O resultado que importa para mim é saber a sequência certa no XML. Samuel Matos, a gente costuma, tá, ligar o seletivo só nos itens de venda de produto. Você acha que o grupo do seletivo vale também para os serviços, ou só para mercadorias? Qual sequência de campos vocês usam para não quebrar a leitura?

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O risco que eu já vi é o código ficar certo e a observação do item vazia, o que confunde a auditoria. Agora, a exceção é quando as informações da doação chegam no XML e o campo de natureza fica em branco. Completando a Eliane Nunes, eu acrescentaria que a natureza do item precisa estar no cadastro antes da primeira nota, senão a regra não dispara.

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Concordo em parte com a Ivone: o texto do item é o primeiro filtro. Discordo quando se pensa em revisar tudo na mão. Na nossa equipe, o caminho é cadastrar o campo inddoacao em cada item de doação e deixar o programa preencher o resto. Esse caminho vale quando há muitos itens com a mesma regra. Pensando bem, pois é, para poucos itens a revisão manual ainda compensa. Vale também pedir para informar a origem da doação ao fiscal.

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Será que é o caso? Falando sério, né, o ponto que completa a Renata Rocha é a geração da nota: se o gerador do XML não lê o gtribregular, o imposto sai no padrão mesmo com o código certo. Na minha equipe de construção, a gente testou isso num lote pequeno e o erro só apareceu no relatório. Por isso eu checaria o gerador antes de mexer no cadastro.

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Em geral, depende do cenário. Então, em geral, eu começo pelo grupo do IS, que pede o cclasstribis, e depois sigo para o grupo do IBS e da CBS com o cclasstribreg. Quando há doação, a marcação de doação muda o tratamento, então confira esse ponto antes de fixar o código. Não tenho a tabela completa aqui, então isso é o que vejo no XML.

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Quando alguém diz que o código sai do contexto, eu discordo num ponto específico: a descrição do item pesa mais que o contexto na nossa auditoria. Veja, na última auditoria, a equipe achou itens com a mesma função e código diferente, conforme a descrição do cadastro. Isso quebra o cálculo do valor e gera divergência entre o XML e o relatório. Discordo, portanto, de usar só o contexto sem revisar a descrição.

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O resultado que importa: o código só fica certo quando a regra de cada grupo está lida. Completando o Samuel Matos, de modo geral, o ponto novo é a classificação por CST: a tabela fixa o tipo de tributação e o código depende dele. Agora, de modo geral, a parte complementar do grupo só vale quando a situação está condicionada à marcação de regime regular, então não preencha no escuro.

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