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6 Respostas

Se o log da carga da tabela mostra linhas alteradas, como saber quais mexem na minha atividade? Estou no SAP com GUEPARDO Tax, aplicando a atualização da tabela de classificação, e o log trouxe linhas marcadas como alteradas sem dizer o que mudou. Tentei filtrar pela data da carga e pelas linhas da minha atividade, mas ainda não achei o código certo para uma mercadoria que vamos importar. Olha, diga-se de passagem, a equipe quer decidir isso rápido. Qual código de classificação se usa para essa entrada do exterior?


Atualização:

Valeu pelas dicas, gente. Testei no ambiente de teste a comparação entre a carga nova e a anterior, e vi que só uma parte dos códigos novos toca as minhas regras. Olha, diga-se de passagem, ainda fico em dúvida sobre os que ficam parados: quem vocês acionam para confirmar que um código novo não serve ao meu caso antes de encerrar a análise?

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Para um bem importado, o código certo sai da leitura da tabela vigente somada à decisão do contribuinte, e não de uma lista pronta. A versão 1.60 trouxe códigos novos, de abatimento a Renaval, e as linhas alteradas ganham marca de data. O fluxo seguro: carregar, comparar com a carga anterior, levar à área fiscal só as linhas que tocam as regras em uso e então parametrizar. Quem trata o tema tributário como ajuste puramente técnico corre o risco de aplicar um código por semelhança de descrição. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Viviane Silva, por via das dúvidas, quero entender melhor o 410037. No meu log de teste, um bem material importado saiu com um indicador preenchido, mas a descrição do código fala em bens sem incidência. Nesse tipo de caso, quem define qual código vale: só a área fiscal do contribuinte, ou existe alguma regra ligada ao indicador no GUEPARDO Tax?

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Já vi carga de tabela sobrescrever regra em uso sem ninguém notar. Somando ao que a Roberta falou, olha, em linhas gerais, vale (1) listar as linhas identificadas na carga nova; (2) separar as que tocam importação ou incentivo; (3) mostrar a lista à área fiscal antes de ligar qualquer código. A decisão do código para a importação é do contribuinte.

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Concordo em parte com a Viviane, mas discordo de ler só a descrição. Um caminho a avaliar: (1) listar os códigos da carga; (2) marcar os que tratam de extravio e perdas no regime monofásico, cruzando com o grupo gmonodif; (3) checar se houve exclusão de código na carga. Agora, segundo o que li, a versão 1.60 criou o 620007 para esses casos. Vale quando a operação é monofásica; fora disso, a leitura da descrição basta.

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Na rotina daqui, quem escolhe o cClassTrib de um bem importado é o contribuinte, e o sistema só aplica o que foi parametrizado. Como sempre, tá, comece pela tabela vigente: a versão 1.60 trouxe a criação de novos cClassTribs, e um deles, o 410037, tem na descrição bens materiais importados. No nosso caso, vindo de outro ERP, lemos essa descrição com a área fiscal antes de ligar o código à regra, porque a descrição pesa na escolha e eu prefiro não supor nada além do que está escrito.

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E as linhas antigas, Viviane? Somando ao que você disse, a tabela marca as linhas mexidas com a DataAtualização, no registro que li igual a 15/04/2026, e a versão 1.60 trouxe códigos novos, entre eles um para descontos e outro para deteriorização, roubo e furto no regime monofásico. Então, o problema é que, sem comparar essa data com a carga anterior, a gente não sabe quais códigos já estavam em uso nas regras.

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