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8 Respostas

Quando a loja manda um equipamento para o conserto, a gente emite a nota no ECC 6.0 e, na hora do cclasstrib, ficamos travados. Já olhei a tabela de CFOP e vi que os códigos classificam o caso como remessa para reparo, mas o cclasstrib não aparece amarrado a isso. O cuidado é, pois é, não inventar um valor só para a nota passar no fechamento, que está em cima da hora. Tentei copiar o de outra nota de remessa e a validação reclamou. Qual cclasstrib se usa para remessa para conserto, ou onde a gente confirma esse dado?


Atualização:

Nota barrada por campo vazio é o meu maior medo. Obrigada, Valter, Ana e Renato. Testei os CFOP de reparo na homologação e a nota passou, mas o outro campo ficou sem valor definido. O cuidado é, pois é, não subir isso para produção sem o aval do tributário. Pergunta: quando a volta do bem vem com valor diferente do que saiu, o procedimento muda ou segue o mesmo código?

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Rosana, para o seu caso o que está firme é o CFOP: 5.915 para as remessas de bem enviado a reparo dentro do estado, 6.915 fora dele, e 5.916 e 6.916 para o retorno do bem recebido para reparo. Quanto ao cclasstrib, o que foi trazido aqui não o define, e por isso não vale afirmar um valor. Recomendação: peça à área tributária o valor aceito para esse fluxo, registre a decisão por escrito e só depois parametrize, testando em homologação a ida e a volta. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Nós chegamos a um entendimento que ajudou bastante no nosso processo de migração. Para diferenciarmos claramente as situações, nosso time padronizou o acionamento do cclasstrib junto ao CFOP. O 5.915 ou 6.915, mesmo que o destino final seja o conserto ou reparo, é usado quando a mercadoria está em processo de envio para que o serviço seja executado. Ele representa o envio do bem para manutenção. Já o que retorna, se for para finalizar o serviço, acionamos o 5.916 ou 6.916, e é pra ser justo, pois é que o cclasstrib precisa acompanhar essa sequência lógica da operação.

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Ana Ferreira, sobre sua observação de que o 5.914 não serve para reparo, gostaria de saber se, na última auditoria, viu algum cenário onde a utilização do código 5.914 pudesse ser cabível para uma saída de equipamento visando manutenção ou conserto, e como isso se diferencia do envio para feira ou exibição.

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Valter, concordei com seus exemplos de CFOPs 5.915 e 6.915 para a saída e 5.916 e 6.916 para o retorno. Contudo, eu achei que você minimizou a importância do cclasstrib. A simples correspondência do CFOP não resolve totalmente a questão tributária, seja como for, né? O cclasstrib precisa refletir a natureza da operação, especialmente em regimes mais complexos.

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Renato Alves, você mencionou que a remessa de mostruário e a para bem para reparo parecem iguais no papel, mas a natureza muda. No meu contexto, quando o equipamento sai visando conserto, parece que estamos tratando de uma situação que precisa de maior precisão além da simples similaridade superficial dos documentos fiscais para acerto correto no sistema.

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Concordo em parte com a Ana: o 5.914 não é o código do reparo. Discordo, porém, de decidir só pelo nome do CFOP. Pelo que testei, a remessa de mostruário e a de bem para reparo parecem iguais no papel, mas não são operação mercantil de venda, e a natureza muda o enquadramento tributário. Em mercadorias que saem e voltam, o tratamento precisa ser confirmado pela área tributária do cliente, e não deduzido do código escolhido.

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Na rotina do agro, na homologação, tá, uma remessa de peça para reparo saiu com o CFOP 5.915 e a volta com o 5.916; para fora do estado seria 6.915 e 6.916. Esses não se misturam com os códigos de consignação nem de demonstração, que são outros. A devolução do bem reparado fica no 5.916. Já o campo que você citou eu não consegui amarrar ao CFOP, então confirme na tabela oficial antes de parametrizar.

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Será que dá para fechar só pelo CFOP? Valter, complemento: como sempre, o 5.914 é remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira, e não serve para reparo. Se o bem sai de uma planta industrial para ser consertado, deixe claro no cadastro qual código é de ida e qual é de volta, e confira no GUEPARDO Tax se a classificação do tributo está aderente. O que o CFOP não responde sozinho é o outro campo; essa amarração é decisão do cliente e deve ser validada na tabela oficial.

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