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10 Respostas

O risco que já vi no Protheus é mandar o lote do mês atual com o ambiente errado e depois descobrir que os envios anteriores também carregam a marca. Agora, olhando a tela, o cadastro mostra produção e produção restrita lado a lado, e a procuração aparece como se servisse para os dois ambientes. Já tentei gerar tudo no restrito, validar o retorno e só depois trocar, mas o retorno mistura as duas leituras. Quando não há nada a informar, é melhor mandar um aviso ou não mandar nada? E a procuração precisa ser refeita para cada um dos ambientes?


Atualização:

Se o seu caminho de duas filas funcionar, Samuel, eu agradeço a dica. Agora, olhando a tela, vejo que o Protheus não separa retificação de envio normal, então testei numa cópia antes de mexer. O retorno veio correto no primeiro teste, mas falhou no segundo quando misturei dois meses. Vocês usam alguma regra para não cruzar meses, ou só a ordem das filas? Qual é o ponto de corte?


Atualização:

Concordo em parte com você, Daniela, o dado enviado não some. Mas, agora, olhando a tela, vejo que o Protheus gera a diferença como novo lançamento, e não como ajuste. Testei isso numa cópia e o retorno veio duplicado. Ainda não sei se o problema é a configuração ou a versão do pacote. Você já viu duplicidade assim em outra integração? Como resolveram a troca?


Atualização:

O resultado que importa, para mim, é o retorno sem duplicidade no próximo teste, e ainda não cheguei lá. Agora, olhando a tela, a janela fixa do Renato parece boa, mas não sei como o Protheus trata o fechamento de sexta. Vou testar uma janela só para retificações e comparar o retorno com o da semana passada. Você acha que vale segurar o envio normal também, ou só a retificação? Qual foi a sua escolha?

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No caso concreto de uma rotina que sai de um ERP e entra em outro, o primeiro passo é separar o que já foi prestado do que ainda precisa seguir. Depois disso, posteriormente, valide a integração numa cópia e só então libere o lote real. Deixe o time preparado para retificar com um roteiro escrito, em vez de confiar na memória de quem operou o sistema antigo. Recomendação prática: envie apenas quando houver fato na janela, mantenha as retificações numa fila própria e revise os retornos todo dia até estabilizar. Quem decide o tratamento de cada tipo de pagamento é a própria companhia, com o seu contador, e não a integração. Para aprofundar, veja EFD-Reinf no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Quando o problema não passa, a gente muda a forma de enviar, e não só o horário. Agora, como dizem, o caminho que usamos no agro é reprocessar por período, em vez de por mês, quando a produção fica irregular. Isso ajuda se o volume de cada período for pequeno e se o fechamento for diário. Se o problema persistir, a regra vira um teste por período, com retorno registrado. Esse caminho não vale para quem tem fechamento mensal fixo, porque o retorno chega fora de hora.

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Eu tenho outro caminho. Com a mão na massa, a gente manda a retificação só depois de conferir a normativa interna do cliente, e o envio fica em momentos fixos da semana. Esse modelo vale quando há pouca retificação e o movimento é previsível. Quando o volume sobe, ele trava, porque a espera acumula. Eu prefiro misturar: envio diário para o normal e janela fixa para retificação.

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O risco que já vi em migração é o ajuste manual ficar fora do fluxo, e ninguém lembrar dele no mês seguinte. Veja, tirando a prova: a nossa equipe adotou outra forma, em que a integração só envia o que está marcado como validado, e o restante vai para uma fila de revisão. Esse caminho vale quando o volume é baixo e a revisão cabe no dia. Ele exige que a equipe incorpore a revisão à rotina, senão a fila cresce. Antes de escolher, confirme se os dados informados pelo sistema batem com os informados pelo parceiro comercial.

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Adriana, eu complemento sua forma de fila com um ponto que aparece pouco: a informação de validação precisa ficar gravada no próprio cadastro, não só no painel. Só pra alinhar, né, as informações que saem para o órgão precisam bater com o que está na base, senão a revisão vira caça ao erro. Eu também guardaria a instrução que o time usou para validar, com data e responsável. Assim, quando alguém perguntar, a resposta está pronta. Vale o esforço de documentar uma vez.

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Dúvida curta: a regra de não enviar nada vale mesmo quando o sistema já registrou retenção no mês? Agora, a ideia é: discordo do Ricardo nesse ponto. Se houve fato registrado, o dado enviado antes não pode simplesmente sumir, então não trataria o silêncio como solução. O que eu faria é conferir se as enviadas batem com o que o Protheus gerou e corrigir só os eventos com diferença. Esse é o meu caminho, mas quero saber se alguém já passou por isso.

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Na minha rotina de consultor MM, o caso que aparece sempre é a nota de serviço com retenção e a folha no mesmo mês. Samuel, complemento o seu ponto: as retenções sobre nota e as da folha podem seguir por caminhos distintos, e isso ajuda a não misturar tudo. Bem, a dúvida é: quem faz essa separação no seu fluxo, o módulo de compras ou o setor fiscal? Enquanto a planilha do setor fica separada, o risco é baixo. Eu também cuido da parte eletrônica do processo, porque o log da integração já mostra o caminho.

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Na nossa equipe, o resultado que importa é não mandar nada em mês sem fato e conferir a DCTFWeb sempre que houver retenção. Olha, o truque é separar a rotina em duas filas: uma só para o que tem fato e outra para retificações. Essa forma vale quando a operação tem muita nota de serviço, porque a fila de retificação evita reenvio em lote. Já a outra forma, mandar tudo todo mês, serve para quem tem pouca movimentação e pouco tempo de revisão. As duas filas, denominadas operacional e retificação, deixam o time claro.

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Ricardo, complemento o seu ponto. O plano é, ó: no ABAP eu checaria antes de disparar o envio se o fechamento do mês já foi feito, para não reabrir nada à toa. Quando o ajuste gera crédito tributário, a confissão só vem depois do fechamento, e isso muda a ordem dos passos. Eu deixaria a rotina conforme o calendário da equipe fiscal, com um log de cada etapa. Assim o time vê o que foi enviado sem depender de memória.

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Ivone, na ausência de fatos na competência, não envie nada, nem aviso vazio. O combinado é, ó: a regra da RFB para a EFD-Reinf dispensa os sujeitos passivos de transmitir qualquer envio daquela apuração, desde que a situação continue assim. Na prática, o que decide é o fato na competência, e não o cadastro do mês. Se o seu Protheus gera o aviso por padrão, desligue essa geração antes do fechamento. Antes de decidir, confirme com a equipe se há retenção pendente em outra competência.

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