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Fóruns / Alimentos, bebidas, farma e agro no SAP: regras por setor

Quem deve ser o responsável por agronegócio e Alimentos dentro da empresa?

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6 Respostas

Dúvida simples: quem costuma ficar como responsável pelo agronegócio e por alimentos na sua área? Sou desenvolvedor ABAP numa indústria química, S/4HANA 2021, e caí de paraquedas num chamado sobre uma operação de alimentos ligada ao agronegócio. Olha, o detalhe é que ninguém sabe se o dono do assunto é o time fiscal, o administrativo ou o pessoal de TI. Já abri o requisito, li a especificação e perguntei no time, mas cada um aponta para outro. Não quero mexer em código sem saber quem valida. Na prática, quem vocês colocam como responsável por esse tema, e como formalizam isso?


Atualização:

O risco que já vi é o chamado parar numa fila sem ninguém olhando, então obrigado, Bruno. Olha, o detalhe é que testei seu caminho: mandei um e-mail curto ao gestor do fiscal pedindo confirmação e ele respondeu no mesmo dia. Fiquei com uma dúvida só: quando a pessoa indicada sai de férias, quem assume na prática, e onde isso fica anotado para o desenvolvedor?


Atualização:

Resultado: a matriz resolveu o meu chamado. Obrigado, Lucas e Rosana. Olha, o detalhe é que montei uma planilha com nome, área e data de revisão, mostrei ao gestor e ele aprovou com um ajuste. Testei também avisar o time pelo próprio chamado, e funcionou. Minha dúvida agora: a matriz deve ficar numa pasta do projeto ou dentro de algum cadastro do sistema, para a auditoria achar rápido?


Atualização:

No meu caso de rotina, o chamado ficou duas semanas parado esperando aprovador. Obrigado, Natália. Olha, o detalhe é que levei sua observação ao gestor e combinamos manter a matriz na pasta do projeto, com o nome do responsável já indicado na abertura de cada chamado, que foi o que testei. Resta uma dúvida: quem confere que a revisão da matriz foi mesmo feita no fechamento?

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Concordo em parte com quem defende a pasta, só que uma pasta esquecida não resolve nada. Quando o responsável por esse tema existe apenas na cabeça de uma pessoa, qualquer troca de time reabre a discussão e o desenvolvedor volta a perguntar a quem recorrer. Vale lembrar ainda que nenhuma norma federal ou estadual chega gratuitamente ao sistema, de modo que alguém do lado do cliente precisa assumir a tese enquanto a equipe técnica desenha e prova o comportamento. Na prática, nomeie desde já um titular e um suplente, anote os dois no chamado e revise a lista a cada fechamento. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Natália, uma dúvida: na sustentação, quem fica como responsável quando o chamado chega fora do horário? Atuo em S/4HANA 1909 numa distribuidora de energia e o fechamento aperta. E aí, na sustentação, a gente só tem uma estimativa de quem está de plantão. Por exemplo, na semana passada o aprovador nomeado estava em campo, sem acesso. Vocês colocam um suplente na pasta também, ou a matriz só traz o titular?

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Se a ideia for guardar a matriz no cadastro do sistema, discordo, Diego. Pelo que testei, tá, esse não é o melhor lugar para estabelecer quem responde por esse tema, porque pouca gente tem acesso e ninguém olha. Num projeto com GUEPARDO Tax, o log mostrou apenas 'lançamentos escriturados sem aprovador' e ninguém soube dizer quem era o responsável. A pasta com revisão periódica deu menos dor de cabeça.

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Um ponto a mais, Lucas. Até onde sei, né, a matriz precisa de data de revisão. Quando o responsável muda, o que foi determinado antes some se ninguém atualiza o documento. Na minha rotina de key user, a diferença entre uma matriz viva e uma de gaveta é ter alguém revisando a cada fechamento e avisando o desenvolvedor. Costumo anexar a revisão ao chamado para ficar fácil de achar.

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Diego, na nossa equipe de auditoria interna seguimos outro caminho: o responsável é indicado por matriz de atribuições, e não por pessoa. Bem, a lição é que a matriz sobrevive à troca de time. Vale quando há várias unidades e contribuintes envolvidos e o cumprimento das rotinas exige evidência. Já a indicação direta, como o Bruno sugeriu, rende mais em projeto pequeno, em que a escolha fica declarada na própria ata.

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Concordo em parte, Diego: o responsável precisa ser alguém do fiscal, e não de TI. Discordo só de deixar isso no ar até o próximo chamado. No fim, veja, o risco é o assunto ficar sem dono e voltar em toda auditoria. Na migração que acompanho, deixamos assegurado por escrito quem responde por cada atividade e guardamos as decisões dos períodos anteriores num documento simples. Assim o desenvolvedor sabe a quem recorrer antes de mexer no código.

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