Olá a todos, meu nome é Jéssica e trago minha vivência de mais vinte anos no setor fiscal, transitando hoje com o ECC 6.0. Trabalhando com o fluxo de informações tributárias, percebo que a complexidade da legislação do ICMS, incluindo convênios e benefícios fiscais, é imensa. Já tentamos mapear internamente quem detém a responsabilidade final por essas nuances tributárias, e o custo é, tá. Por um lado, temos documentos como o antigo CONVÊNIO ICMS 190/17, e por outro, as regras atuais do sistema. Diante dessa vasta gama de normativas, gostaria de saber qual o ponto mais seguro para definir a custódia do conhecimento técnico sobre a legislação estadual específica, pois a decisão tributária é sempre do contribuinte.
Atualização:
Pessoal, minha experiência em automotivo com o ECC 6.0 reforça a complexidade desse mapeamento. Testei o fluxo onde a operação gera o fato e o fiscal aplica o filtro normativo, e percebi que o custo é, tá, a falta de alinhamento inicial. Se o time de negócio não tem clareza, o time tributário acaba corrigindo a premissa operacional. Como vocês gerenciam essa ponte entre a execução do negócio e a aderência estrita ao que está no ambiente restrito do portal?