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5 Respostas

Estou travado numa dúvida simples. Aqui no time automotivo, a regra é, ó, rodamos o ECC e geramos o TXT da escrituração pelo PVA. Na semana passada o TXT saiu com um erro de registro, então mexi em algumas linhas direto no texto, sem passar pelos recursos do programa. Depois disso a versão alterada não entrou de novo quando reimportei, e o log mostrou que o conteúdo antigo continuava lá, como se a importação antiga tivesse sobrevivido. Como o texto foi alterado fora do programa, já tentei excluir o registro manualmente e importar de novo, sem sucesso. Alguém já passou por isso? Como revalidar um TXT já importado no PVA sem perder o que já foi validado?


Atualização:

Na minha rotina, o problema aparece toda vez que alguém mexe no texto e depois tenta reimportar. Obrigado pela Débora e pelo Gustavo, a regra é, ó, a validação pelos recursos do programa funcionou aqui depois de uma troca de linha. Testei também o caminho de excluir e refazer, e ele resolveu. Minha dúvida agora é se a validação mantém o histórico das linhas corrigidas ou se precisamos guardar uma cópia de cada versão antes de revalidar?


Atualização:

O risco que já vi foi reimportar o TXT já importado sem excluir a versão antiga, e o programa mostrou tudo como válido. Pelo que vi, a regra é, ó, validar sem excluir só funciona quando a edição saiu pelo próprio programa. Testei as duas coisas aqui e confirmei. Valeu, Jefferson e Rafael Henrique. Pergunta de seguimento: depois de excluir a versão antiga, o programa mantém algum registro de que houve substituição, ou eu preciso documentar isso por fora?

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Rafael, a conversa deixa um caminho claro para revalidar um TXT já importado no PVA. Editou fora do programa? Então descarte a carga atual e recarregue do começo. Mexeu pelos recursos do próprio programa? A validação basta. Quem atua como distribuidor deve conferir, antes de tudo, o registro de encerramento do bloco, porque ele fecha a estrutura que o programa espera. Como as informações incorretas ficam sujeitas a penalidade pelas autoridades distrital, estadual ou federal, o cuidado vale em qualquer caso. Recomendação prática: registre o que foi editado, por qual via e quem fez, antes de qualquer nova validação. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Comparar tudo vale a pena? Eu discordo do Gustavo nesse ponto. No meu caso de alimentos, o volume de registros faz essa comparação virar um consumo de horas sem ganho real. Prefiro checar só os blocos que mudaram, porque as linhas constantes não precisam de revisão, e aí, meu adendo: se o bloco modificado for pequeno, validar de novo é suficiente, desde que o TXT já importado seja excluído antes.

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Concordo em parte com o Jefferson: recortar por bloco economiza tempo de verdade. Discordo, porém, quando ele sugere confiar só no que mudou, porque um registro esquecido num bloco vizinho passa batido. Mas, agora, um alerta: num TXT contendo vários blocos, o contribuinte precisa definir o critério antes de revisar, senão cada pessoa do time usa uma régua diferente. Eu registraria por escrito quais blocos entram na revisão e por quê, inclusive os que tiveram alguma mudança pequena. Assim a decisão fica documentada, e ninguém precisa adivinhar antes de revalidar.

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Quando a Débora diz que basta validar novamente, discordo num ponto: a validação confere o que está no arquivo naquele momento, não de onde ele veio. Se o arquivo tiver sido apresentado antes com outro conteúdo, validar de novo deixa passar a diferença, e a apresentação fica sem rastro do que mudou. Por isso, aqui por perto, viu, eu compararia o arquivo antigo com o novo antes de liberar qualquer validação. Essa conferência leva minutos e evita que a apresentação siga com um conteúdo que ninguém reconhece como o original.

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Se o texto já importado foi editado fora do PVA, a saída é excluir a importação e refazê-la, e não basta validar de novo. Quando a edição sai pelos recursos do próprio programa, bem, pelo que testei, basta validar novamente. Como o nosso ambiente é S/4HANA, vale checar a importação anteriormente feita antes de qualquer correção, porque ela continua valendo até ser excluída. Antes de mexer, confira por onde a aplicação das mudanças passou, porque isso decide o caminho.

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