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Fóruns / SPED Fiscal por bloco: 0, B, C, D, E, H, 1 e 9 no SAP

Qual o procedimento para exportação de arquivo, caso se queira validar e transmitir os dados em outro computador?

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6 Respostas

Preciso validar e transmitir o movimento do mês em outro computador, e o fechamento já está apertado. Na máquina atual, fiz um ajuste de unidade direto no texto, porque o código adotado na carga original não batia com o cadastro. Depois copiei o TXT já validado para o segundo computador, e ele chegou sem esse ajuste, com a versão antiga do movimento. Como o texto foi alterado fora do programa, já tentei exportar de novo pela tela e importar, sem sucesso. Qual o procedimento correto para exportação quando a ideia é validar e transmitir em outro computador? Então, e aí, em linhas gerais, o que vocês fazem?


Atualização:

Na minha rotina de fechamento, a exportação pela tela sempre me parece segura até eu comparar o resultado. Obrigado pela Yara, e aí, em linhas gerais, eu testei a cópia de segurança e o movimento chegou completo no outro computador. Só que o ajuste de unidade veio junto, e isso eu não esperava. Antes de transmitir, quero saber se a restauração preserva também o que foi digitado à mão, ou se preciso refazer tudo pela importação.

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Vale fechar com clareza. Para transmitir num segundo computador, a exportação pelo PVA segue como caminho principal, e a cópia de segurança serve como reserva. O estoque da carga tem que chegar inteiro ao destino, e cada ajuste feito à mão precisa estar dentro do que foi exportado, não só na tela. Use o exemplo de ajuste de unidade como roteiro: se algo mudou, confira o conteúdo antes de liberar a transmissão. Por último, documente a origem de cada ajuste, para que quem assumir o fechamento não precise adivinhar. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Roberto, concordo em guardar as duas versões, e acrescento um jeito que usamos na telecom. Quando o movimento já foi escriturado e precisa só de uma correção pontual, a equipe ajusta o registro no próprio programa, anota o motivo e revalida. Esse procedimento é especial para ajustes pequenos, feitos espontaneamente pelo responsável. Para mudanças grandes, a gente reexporta e importa tudo de novo, e aí, voltando ao ponto, cada caminho serve a uma escala de ajuste.

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O risco que já vi em automotivo, com GUEPARDO Tax, é o TXT voltar com linhas que parecem iguais, mas trazem valores ou unidades distintos. Completando o Lucas: vale efetuar uma comparação por tipo de registro, porque a exportação mostra só o resultado final e não o motivo do ajuste. Guarde, sem querer complicar, a versão de origem e a revisada lado a lado. Assim, quando a unidade diferente aparecer, dá para responder em minutos de onde ela veio.

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Concordo em parte com a Yara: a exportação pelo PVA é o caminho mais limpo. Discordo quando ela diz que a cópia de segurança resolve tudo, porque o programa não garante o mesmo tratamento para os códigos de unidade que foram ajustados à mão, e isso precisa ser conferido antes. Então, como falei, os responsáveis deverão determinar quem confere essa parte, senão a restauração parece certa e o erro só aparece no fechamento.

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Exportar sempre compensa? Na minha equipe a saída é outra. Fazemos a conversão do movimento numa planilha corrente, que o financeiro usa para controlar o crédito. Só depois levamos o TXT à máquina com a versão mais nova do programa, e aí, saindo um pouco do tema, isso também evita retrabalho. Esse caminho vale quando o responsável pela conferência está por perto e o prazo não dá margem. Quando há dúvida sobre o que mudou, a exportação pelo PVA continua melhor, porque deixa o caminho do TXT rastreável. Cada caminho serve a um cenário próprio.

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Se a intenção é validar e transmitir em outro computador, exporte o arquivo pela funcionalidade de exportação do PVA e importe-o na outra máquina, pela função Importação. Outra forma é gerar uma cópia de segurança pela funcionalidade Gerar Cópia de Segurança e usar a função Restaurar Cópia de Segurança no computador de destino. Como você fez uma alteração à mão, confirme que ela foi para o arquivo exportado antes de transmitir, porque a tela do programa não viaja junto. O que vale, e aí, em outras palavras, é o conteúdo do arquivo que chegou ao destino.

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