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Fóruns / SPED Fiscal por bloco: 0, B, C, D, E, H, 1 e 9 no SAP

O que fazer quando o PVA-EFD exibe a mensagem: “A versão do descritor XML utilizada na validação da escrituração não é vigente na data fim da escrituração”?

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10 Respostas

Na minha rotina de SD com o ECC, o PVA-EFD vinha validando sem reclamar, até esta semana. Antes de apresentar a apuração do mês, apareceu um aviso dizendo que a versão do XML usada na validação não é vigente na data final. Não mexi em nada no cadastro, agora, pra constar. Fiz a exportação de novo e tentei validar outra vez, e o aviso continuou. Já pensei em refazer o mês inteiro, mas a apuração já está fechada e isso me preocupa. Qual o caminho certo para corrigir a validação sem recomeçar tudo, e o que eu preciso confirmar primeiro?


Atualização:

O risco que já vi é gerar o TXT de novo sem trocar a versão do programa, e o aviso volta igual. Testei a troca do PVA hoje, agora, pra constar, e a validação passou. Obrigado ao Gustavo e à Viviane pelas explicações, ajudaram bastante. Minha dúvida de seguimento: depois que a validação passa, vale reenviar o mês mesmo se a transmissão já tiver falhado?


Atualização:

Na minha rotina, o envio do mês passa pela validação antes de qualquer outra coisa. Obrigado ao Gustavo, à Viviane, ao Henrique, à Jéssica, ao Fernando e ao Carlos. Testei a troca da versão e a validação passou, agora, pra constar. Minha dúvida de seguimento: o hash muda quando eu reenvio sem nenhuma alteração no conteúdo?


Atualização:

Luiz, valeu pela forma que você descreveu, ajudou a montar meu plano. Agradeço também o Kleber e o Diego, agora, pra constar, eu testei o recorte do bloco no ambiente de homologação e a validação voltou limpa. Mas fica a dúvida: se eu fizer o recorte e a transmissão ainda falhar, qual o próximo passo que você costuma seguir?

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Vale fechar com um roteiro. Quando o aviso diz que a versão usada na validação não está vigente, a saída mais segura é gerar de novo o mês com o PVA atual, sem mexer no texto à mão. Se a validação passar, a transmissão segue, mas só depois de conferir os relatórios do programa e o hash exigido pela secretaria. A rede precisa estar liberada, e cada máquina deve usar a mesma versão. Como recomendação prática, registre o que mudou, quem mudou e em qual máquina, e guarde a resposta da secretaria junto. Assim o próximo fechamento não depende da memória de ninguém. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O risco que já vi no agro é esperar o fim do período para trocar o programa, e o aviso aparece justo no fechamento. Nossa equipe adotou outra forma: trocamos a versão logo no início de cada mês, mesmo sem a necessidade imediata, e validamos um teste antes de seguir. Esse caminho vale quando o time tem folga. Quando a urgência aperta, a saída muda, e aí, a exceção é quando o mês já está fechado, e fazemos só o recorte do bloco afetado.

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Concordo em parte com o Kleber: a conferência antes do envio é o caminho certo. Mas discordo quando ele sugere checar só o TXT, porque a liberação de rede também pesa no aviso. Gustavo, você que respondeu antes já viu a mensagem de falha na transmissão junto com o aviso de versão? Eu acho que, bem, o risco é esquecer uma das duas coisas. Vale lembrar de olhar as duas antes de reenviar.

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O leiaute muda a cada versão? Complementando o Carlos, e aí, no meu time, a regra é checar tudo antes. Importe só depois de conferir a informação que volta do PVA. Se você substituir o TXT sem conferir, o mesmo aviso reaparece, e vale anotar quem fez cada troca. Na prática, eu deixo a conferência anotada onde guardo o TXT antigo.

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O resultado que importa é saber se a versão certa do XML evita o reenvio. Jéssica, quando você fala em registrar cada envio, isso serve para a escrituração inteira ou só para a entrega do mês? Para a economia de tempo do time, a diferença é grande, então, vale registrar o que mudou em cada etapa.

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Se a versão nova do XML passar, o resto segue igual. No erro que vejo, olha, no meu dia a dia, alguém tenta exportar sem trocar o programa antes. Complemento o Fernando: quando a fazenda estadual pede hash, quem define a regra é ela, e não nós. Na prática, confira o XML antes de exportar, para não gerar um lote que volte com aviso.

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Concordo com o Henrique. Pela lógica da auditoria, olha, minha leitura é que o descritor XML segue a regra do domicílio fiscal, e a versão é a que a SEFAZ determina para o seu estado. Na distribuidora, checamos isso antes de cada envio, porque uma troca de descritor já bastou para o aviso aparecer. Vale manter um registro com a data e o estado de cada envio.

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Viviane, discordo de você num ponto: em geral, ó, o que trava é a versão do XML que ficou para trás no computador do usuário, e não a tabela em si. Já vi um caso em que a versão nova foi instalada, mas a máquina seguiu com o programa antigo, e o aviso voltou. Quando o contribuinte tem mais de um computador, esse descuido aparece sempre, principalmente num lote contendo meses diferentes. Vale checar cada máquina antes de reenviar.

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Concordo em parte com o Gustavo: trocar o XML resolve o aviso na maioria das vezes, mas discordo quando parece que basta trocar. Gustavo, o que eu não entendi é o seguinte: se eu usar a versão atualizada do PVA, a atualização das tabelas acontece automaticamente, ou preciso disparar algo? O ponto, meu palpite, está na tabela e não no XML, mas quero confirmar com quem já passou por esse caso.

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Dúvida rápida antes de tudo: você já está com o PVA mais recente? Se não estiver, atualize o programa primeiro. Depois, pelo menu do PVA na parte fiscal, use a funcionalidade de exportação da EFD e carregue o arquivo novo no lugar do antigo. O programa ajusta a versão do XML sozinho. Se a sua SEFAZ pedir hash, ele sai do arquivo retificador já assinado, e não do original. Não fique parado, o risco é, viu, transmitir com a versão velha.

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