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Fóruns / eSocial, folha e retenções previdenciárias no SAP

O que deve fazer um contribuinte do grupo 3 que recolheu indevidamente em GPS, transmitiu a DCTFWeb com débito em aberto e não solicitou a restituição em PerDcomp?

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7 Respostas

Pessoal, estou com um caso de mineração no ECC 6.0. Um cliente do grupo 3 recolheu em GPS um valor que não era devido, transmitiu a declaração mensal com um débito ainda em aberto e não pediu restituição pelo PerDcomp. Testei no ambiente de homologação e a conta continua pendente. Só um detalhe: no relatório de conciliação o saldo aparece ajustado, mas não sei se a conversão vai baixar esse débito. Diante disso, qual é o procedimento para esse caso, e a compensação fica manual ou automática?


Atualização:

O resultado que importa para mim é saber se a conversão corta a restituição. Daniela, obrigada. Só um detalhe: testei numa base de teste e a conversão apareceu, mas o saldo da restituição continuou aberto. Vou pedir a conferência pelo canal do fisco. Você já viu isso acontecer com valores pequenos?

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Será que o caminho é só esperar? Não. O entendimento prático é que o recolhimento em GPS com débito em aberto tende a ser convertido, mas o saldo precisa ser conferido mês a mês. A regra do grupo 3 não é a mesma do grupo 4 do eSocial, e um ajuste eventual pode mudar o resultado. Minha recomendação final: confirme a conversão antes de fechar o período, guarde a prova do pagamento e, se o valor for relevante, peça a restituição pelo PerDcomp para não depender só da regra geral. Assim você decide com o saldo na mão, e não com a expectativa de que a conversão vai acontecer sem falhas. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Leandro Ramos, devido ao nosso recolhimento equivocado do grupo 3, a conversão automática do GPS em virtude da DCTFWeb e do débito aberto é o caminho esperado. Contudo, esse recebimento convertido exige uma checagem contínua dos pagamentos subsequentes. É fundamental não apenas esperar essa conversão, mas acompanhar os registros para garantir que qualquer ajuste futuro reflita precisamente o montante devido, evitando passivos não mapeados.

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Emanuel Kaufman, você mencionou que o saldo precisa ser checado mês a mês. No meu exemplo, com o cenário de grupo 3, a conversão automática ocorre, mas como podemos mitigar o risco de um ajuste incorreto nesse saldo subsequente, visto que o nosso recolhimento inicial foi feito com base em uma estimativa e não no valor correto?

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O meu time utilizou um fluxo paralelo quando o montante era significativo. A simples conversão automática, embora ocorra, não oferece meu nível de segurança para determinados casos. Como já disse, se o valor devido é expressivo, a burocracia da solicitação formal de recuperação é mais transparente para fechar o ciclo contábil. Esperar apenas pela atualização do sistema pode mascarar ajustes futuros.

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Se o valor é pequeno, a dica é deixar a DCTFWeb converter e conferir só o saldo depois. Se o valor é alto, a gente prefere pedir a restituição pelo PerDcomp, mesmo que a conversão já tenha ocorrido, para ter protocolo no processo. Assim não fica desconto sem registro. Vale cada caminho conforme o risco de o débito ficar aberto. Em construção, o prazo pesa mais, então não espero o fechamento para decidir.

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Na minha rotina de siderurgia, o caso que mais aparece é o empregador com débitos em aberto no FGTS e no GPS ao mesmo tempo. Bem, um lembrete: discordo de quem acha que a conversão feita pela Receita resolve tudo, porque o eConsignado tem eventos próprios e o saldo pode ficar diferente. Ainda que os valores sejam menores, o empregador precisa conferir cada rubrica antes de dar o assunto por encerrado.

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A Receita converte sozinha. Os recolhimentos feitos em GPS são convertidos desde que a declaração tenha sido transmitida e exista débito em aberto. Então, o número é este: a conversão acontece nesse cenário, mas você precisa conferir as competências que ficaram de fora e os recolhimentos complementares. Para o contribuinte, o ponto crítico é o valor pendente em outra competência, porque ele precisa ser visto antes do fechamento.

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