Olá a todos. Como estou há dois anos atuando na área, vendo a transição de processos de mineração para o ambiente SAP com GUEPARDO Tax, tenho observado que os tropeços na legislação aduaneira são frequentes. Na minha experiência, um dos pontos sensíveis é a comunicação entre o físico e o documental. Muitas vezes, o que parece um mero lapso operacional, diante da alfândega, pode ser interpretado de forma mais severa. Veja, a verdade é que a correção imediata de equívocos, se estes não configuram má-fé, é um caminho percorrido. Diante dessa dinâmica, quais são os equívocos mais comuns que vocês encontram ao lidar com a burocracia do comércio exterior e aduaneiro?
Atualização:
Agradeço a todos pelas contribuições tão pertinentes sobre a necessidade de acuracidade documental. Eu testei muito a transição entre os dados embarcados e os fiscais declarados. Veja, a verdade é que mesmo com os sistemas mais robustos, pequenos deslizes ocorrem. Gostaria de saber, na prática, quais são os aspectos mais sensíveis da legislação atual que geram maior potencial de erro operacional, mesmo quando a intenção é totalmente benigna.