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6 Respostas

Será que o problema é a parametrização? Aqui na mineração, em ECC 6.0, a apuração roda e o arquivo da EFD sai, mas o recibo da transmissão não foi guardado por quem cuidava disso antes. Minha leitura, viu, é que as alterações de parametrização feitas ao longo dos anos não deixam rastro claro. Comparei o resultado apresentado no validador com o que a configuração deveria gerar e não bateu em alguns casos. Como funciona a parametrização fiscal no SAP para que o resultado seja reproduzível e cada mudança fique rastreável?


Atualização:

O risco que já vi é o ajuste direto em produção, sem chamado. Obrigado, Lívia. Minha leitura, viu, é que isso explica parte do que apareceu: comparei os transportes do último ano e achei alguns ajustes sem chamado associado. Pergunto: vocês bloqueiam a mudança direta em produção ou apenas auditam depois?


Atualização:

Anotado, Úrsula, obrigado pela ideia. Minha leitura, viu, é que registrar a decisão pesa mais que bloquear. Montei uma planilha com os ajustes de três semanas e comparei com a apuração gerada, e quase tudo fechou. Só faltou um deles, que ainda estou investigando. Onde vocês guardam esse registro: no próprio chamado ou fora do SAP?


Atualização:

Recuperar o recibo basta? Obrigado, Simone. Minha leitura, viu, é que guardar na origem vale mais do que depender do portal. Testei recuperar um recibo antigo e deu certo, só que levou mais tempo do que eu esperava no fechamento. Pergunto: vocês guardam o recibo de cada período dentro do próprio SAP ou numa pasta fora do sistema?

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Concordo em parte que registrar cada ajuste resolve, mas discordo de parar aí. A parametrização fiscal no SAP é o conjunto de regras que leva cada operação até a escrituração, e por isso precisa de dono, de histórico e de prova de que o resultado reproduz os lançamentos escriturados. O que muda de projeto para projeto é a extensão do controle: time pequeno aguenta registro simples; quando muita gente mexe no sistema, vale bloquear mudança direta. Recomendação prática: guarde o recibo de cada transmissão, versione os ajustes com o nome de quem decidiu e valide em homologação antes de levar à produção. A tese tributária segue sendo do contribuinte. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Durante o fechamento passado, outra pessoa gerou a remessa de novo e perdemos a noção de qual versão tinha sido transmitida. Bem, a dúvida é como evitar isso. A equipe passou a guardar o recibo junto da parametrização do período; se faltar, dá para recuperar o original por download no ReceitanetBX. Esse caminho vale quando mais de uma pessoa mexe na transmissão. Para dúvidas pontuais, o canal oficial do SPED atende, mas o controle interno vem antes.

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O resultado que vale: o roteiro de ajuste só ajuda se estiver à vista de todos. Úrsula Barros, completando o que você disse, então, na minha rotina, deixamos o roteiro disponibilizado numa pasta digital do time, com a data da disponibilização de cada versão da parametrização. Como estamos vindo de outro ERP, o hábito ainda está sendo criado. Cuidado só para não confundir roteiro com autorização: quem decide a regra é o contribuinte.

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Se o transporte chega à homologação e o resultado muda, veja, na homologação eu já vi diferença que não existe em produção. Lívia, você falou em transporte controlado: o registro de cada ajuste fica disponível para o time fiscal ou só para a TI? E como é a divisão de papéis entre quem pede e quem aprova? No meu caso, os documentos de teste ficam soltos e ninguém sabe qual versão rodou.

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Marcelo, na nossa equipe o caminho foi outro: em vez de bloquear tudo, passamos a registrar, para cada ajuste de parametrização, quem decidiu e qual era o cálculo esperado antes e depois. Agora, no mês passado, isso encerrou uma conversa com a auditoria em minutos. Vale quando o time é pequeno e as regras mudam com frequência; o bloqueio total é melhor quando muita gente mexe no sistema. Sobre as contribuições, quem decide o tratamento é o contribuinte, e o registro mostra apenas o que foi aplicado.

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Concordo em parte, Marcelo: a parametrização fiscal no SAP é o conjunto de regras e tabelas que define como cada operação é tratada, mas discordo de que falte rastro. Olha, de qualquer forma, o rastro se constrói através de transporte controlado e do registro de cada atualização, com o assunto do chamado bem descrito. Sem isso, reproduzir um resultado antigo vira adivinhação. A regra em si é decisão do contribuinte; o sistema só executa o que foi configurado, e quem configura precisa deixar prova.

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