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Fóruns / Dados mestres fiscais, tax code e CNPJ alfanumérico no SAP

O que precisa estar pronto antes de configurar especialista em Tax Code no SAP?

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9 Respostas

Pessoal, estou num ECC 6.0 de logística e queremos deixar pronto o que for necessário antes de ajustar o Tax Code no sistema. Sem pressa, viu, mas gostaria de uma lista do essencial. No log da resposta da SEFAZ que consultei aparece tpAmb 2 num ambiente que eu julgava ser o produtivo, e o aplicativo que devolveu a mensagem tem uma versão que eu não reconheci. Também reparei que a resposta vem assinada em alguns retornos e em outros não, e não sei se isso muda o que preciso ter pronto. Já revisei o cadastro de CFOP e de impostos por item. O que precisa estar pronto antes de mexer no Tax Code?


Atualização:

Obrigado, Jéssica e Diego, concordo em parte, mas discordo de pular a leitura completa do retorno. Sem pressa, viu, testei duas rodadas no sistema de teste: uma lendo só o Id e outra lendo o conjunto, e a segunda me deu menos surpresa no Tax Code. Fiquei com uma dúvida: dá para guardar a versão do retorno numa tabela Z sem mexer no standard?


Atualização:

Felipe, valeu pela lembrança do rastro. Sem pressa, viu, criei uma tabela Z simples no sistema de teste e gravei o retorno de algumas chamadas para comparar campo a campo. Funcionou, mas a tabela cresce rápido. Vocês costumam limitar o que se guarda ou guardam tudo por um período? E quem fica responsável por limpar isso quando o Tax Code já estiver rodando?


Atualização:

Ficou claro que guardar dois campos já resolve o meu caso por enquanto. Obrigado, Fernando. Sem pressa, viu, testei isso com algumas chamadas e consegui separar as respostas por versão sem inflar a tabela. Minha dúvida agora: quando a versão muda no meio do mês, vocês reprocessam o que já passou pelo Tax Code ou só marcam o que vem depois?

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Num projeto típico de fiscal no SAP, o time costuma chamar o especialista cedo demais, e o Tax Code começa a ser desenhado sem base firme. O que ajuda é ter, antes disso, um sistema de homologação com dados próximos do real, saber como cada UF devolve a resposta, se o campo identificador vem preenchido ou vazio, e guardar a versão de quem tratou cada retorno. Com isso em mãos, as dúvidas de leitura deixam de travar o desenho. Recomendação final: faça uma lista curta por UF, valide com testes e só então libere o especialista para ajustar o Tax Code. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Quando a assinatura da resposta muda de uma autorizadora para outra, olha, o custo é refazer testes que já pareciam prontos. Diego, concordo com seu ponto e completo: registrar por UF qual autorizadora responde, e de que forma, antes de configurar o Tax Code, evita retrabalho. Já passei por isso migrando de outro ERP, e foi frustrante descobrir tudo só na hora do fechamento.

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Outro caminho é mais enxuto. Na minha rotina, pois é, a equipe guarda somente dois campos do retorno: o ambiente e o veraplic, para saber qual versão tratou cada resposta. Vale quando o volume é grande e o Tax Code ainda está em ajuste. Já o registro completo vale quando há auditoria próxima ou troca de versão do sistema, porque aí todo detalhe pode ser cobrado.

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Já vi um fechamento travar porque alguém foi para produção sem conferir o retorno. Otávio, olha, o problema é que o campo que traz a versão de quem processou o pedido só aparece na resposta, e ninguém costuma preencher esse dado nas tabelas de apoio. Eu pediria para guardar o valor de cada retorno antes de ir para produção com o Tax Code, para ter rastro se algo der errado.

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Será que isso basta? Veja, no mês passado, uma inutilização iniciada no sistema voltou com um leiaute diferente do que o time esperava, e o log mostrou apenas 'RC=4 retorno sem Id'. Discordo da Maria: validar o Id em separado não resolve se a versão do retorno mudou. Antes de mexer no Tax Code, eu conferiria a versão usada em cada retorno, porque o leitor que funcionava deixou de funcionar. Já perdi um dia inteiro nisso, e é frustrante.

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Num programa que escrevi para ler esse retorno, tratei o campo Id como obrigatório e deu erro em vários casos de teste. Bianca, sobre sua dúvida: o campo é opcional e só precisa ser informado numa situação específica da resposta, então vazio pode ser normal. Bem, minha ressalva é validar o grupo infProt e as demais informações do retorno separadamente do Id, para o Tax Code não depender dele.

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Se o grupo infInut vier com o identificador vazio, isso é erro ou é o esperado? Então, vamos lá, Diego: no meu caso, de energia, o retorno trouxe a identificação tpAmb correta, mas o campo do identificador ficou sem valor. Você falou do protocolo com o literal ID; esse vazio é normal quando a UF não protege a resposta? Antes de seguir no Tax Code, queria entender esse ponto.

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O gargalo real é outro, em campo. Diego, respeito sua ordem, mas discordo de colocar o retorno da SEFAZ como primeiro passo. Antes de configurar o Tax Code, o especialista precisa ter acesso a um mandante de homologação com dados parecidos com os reais; sem isso, qualquer verificação do retorno vira suposição. Na minha experiência com GUEPARDO Tax, a base de teste pesa mais do que o desenho de cada campo, e só depois dela a leitura do retorno faz sentido.

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Depende de quem assina o retorno. Meu ponto é que, antes de ajustar o Tax Code, a equipe precisa saber se a SEFAZ autorizadora vai assinar a resposta. Quando isso acontece, o campo Id da resposta é preenchido com o número do protocolo, precedido do literal ID. Sem essa definição, qualquer teste de assinatura fica sem referência, e o fechamento sofre com mensagens que ninguém sabe explicar. Eu documentaria esse ponto por UF antes de começar.

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