Passando por situação parecida no fechamento do mês passado, a complexidade em definir quem detém a verdade absoluta dos dados fiscais ainda gera muita fricção interna. No nosso ambiente, por conta da integração entre os módulos e a customização, existe uma sobreposição de responsabilidades sobre a integridade desses cadastros mestres. Tentamos recentemente garantir que todos os campos necessários fossem preenchidos, seguindo a estrutura esperada, mas o gargalo sempre recai sobre a origem da informação. Veja, vale registrar, que a dependência de um único ponto de dados críticos torna o processo vulnerável. Diante desse cenário onde a informação transita por diversas áreas antes do faturamento, quem, operacionalmente, deve ser o guardião primário e decisório sobre a acurácia destes dados mestres fiscais dentro da organização?
Atualização:
Agradeço a troca de visões. Testei a coerência entre o que o comercial insere e o que o sistema tributário espera para a geração do arquivo, e veja, vale registrar que a ordem sequencial é crítica. Gostaria de saber como podemos refinar o processo de validação para garantir que, mesmo quando há um campo que deveria ter informação, ele não esteja vazio, pois a exclusão equivocada gera erro estrutural no registro.