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Fóruns / SAP ACR, TDF e relatórios fiscais standard do S/4HANA

O que precisa estar pronto antes de configurar SAP TDF no Brasil no SAP?

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6 Respostas

Quando abro o projeto de configuração do SAP TDF no Brasil, travo sempre no mesmo ponto, que é a lista de parâmetros fiscais da indústria química. No ECC da nossa operação, o cadastro de materiais tem classificações antigas e ninguém sabe qual vale. Já tentei montar uma planilha de equivalência, mas a equipe fiscal não aprovou. Olhando o número, viu, o problema não é técnico, é a falta de decisão sobre o que entra primeiro. Vocês conseguiram fechar esse ponto antes de ligar a configuração? O que precisa estar pronto antes disso?


Atualização:

Obrigada a todos, pessoal. Olhando o número, viu, a checagem de cadastro e a matriz de decisão não se contradizem, mas testei as duas em paralelo e o resultado ficou confuso. Preciso saber de vocês: quando a matriz e o cadastro divergem, quem tem a palavra final no projeto?

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O projeto de SAP TDF no Brasil só deve começar quando a área fiscal tiver aprovado a lista de parâmetros e o responsável por cada decisão estiver nomeado. Feito isso, o cadastro de materiais e de unidades precisa passar por uma checagem antes de qualquer teste, de preferência em trilha paralela e com versões identificadas. Use uma matriz simples de decisão para casos com muitas operações e, para escopos pequenos, comece por uma só operação com teste curto. Registre cada mudança de regra com quem aprovou e qual versão ficou em teste. Recomendação final: só ligue a configuração completa depois que o teste curto bater com o que a área fiscal aprovou, e não antes.

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O risco que já vi foi decidir tudo pelo volume de operações, e o projeto ficou com parâmetro que ninguém usava. Dito isso, tá, o caminho depende do escopo. Quando o escopo é só uma operação principal, começamos por ela, com a lista aprovada e um teste curto. Quando há várias operações e áreas, vale uma matriz simples que diz quem decide cada parâmetro, antes de qualquer configuração. O primeiro caminho é mais rápido, o segundo evita retrabalho quando a regra muda.

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Alan, a matriz que você descreveu é boa, e eu acrescentaria um campo para a versão do parâmetro. Então, veja bem, quando a regra muda no meio do projeto, o desenvolvimento precisa saber qual versão está em teste e qual está em produção. Sem isso, o ajuste no código vai parar no lugar errado. Na operação de alimentos, guardamos essa referência numa tabela própria e o retrabalho caiu bastante.

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Na minha rotina no agro, o que precisa estar pronto é a lista de parâmetros aprovada pelo fiscal, antes de abrir a configuração. Quando isso falta, o log de erro aponta campo vazio e a equipe perde a semana tentando adivinhar. Agora, em todo caso, eu separo o que é definição do que é ajuste técnico: a definição fica com a área fiscal assinada, o ajuste com a FI. Sem essa separação, o projeto anda e volta.

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Os parâmetros, certo? Mônica, completo sua resposta com um ponto que costuma passar batido: os códigos fiscais precisam estar ligados ao cadastro do material antes de qualquer teste, e não só ao plano. Como todo mundo sabe, tá, o teste sem cadastro completo vira falso positivo no relatório. Eu colocaria uma checagem de cadastro como etapa formal logo no início do projeto.

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Concordo em parte com a Sílvia, a checagem de cadastro é necessária. Mas discordo de transformá-la numa etapa formal logo no começo, porque a equipe de serviços ficaria parada esperando cadastro que ainda muda. Então, aqui por perto, o que deu certo foi tratar o cadastro como trilha paralela, com corte de versão antes do teste. Vi o log de erro cair pela metade quando fizemos isso.

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