Estou com um impasse aqui. Na minha casa, o varejo roda SAP com o GUEPARDO Tax, e o módulo de apuração foi configurado pela consultoria no ano da migração. Desde então, ninguém da área fiscal sabe direito quem responde pela parametrização do SAP TDF quando algo muda. Já tentei colocar o tema na reunião mensal da diretoria e a conversa virou discussão sobre verba. Já pedi ajuda para a TI, que diz que é assunto de negócio. Então, o caminho é descobrir se o responsável deve ser alguém da fiscal, da TI ou um comitê misto. Quem aqui já resolveu essa divisão de papéis dentro do SAP TDF no Brasil, e como fez?
Atualização:
Na minha rotina, testei a primeira opção no ambiente de teste e o fiscal aprovou, mas o técnico ficou perdido quando veio a alteração. Então, o caminho é fazer um piloto com as duas equipes antes da produção. Obrigada, Leonardo e Lívia, pelas respostas. Vocês já usaram o fiscal líder com substituto em casas de varejo ou só em indústria? Qual foi o maior problema?
Atualização:
Muito bom, pessoal. Com as respostas de vocês, ficou claro que o desenho muda conforme o porte, mas o dono precisa existir em qualquer caso. Então, o caminho é ver quem assina o quê antes de qualquer teste. Kátia, quando você faz essa validação conjunta, que sinal usa para dizer que a correspondência está certa?