Pessoal, como gerente fiscal com minha trajetória de quase duas décadas na área, migrei recentemente para o ambiente S/4HANA 2021 e estou focando muito na otimização dos nossos processos usando o GUEPARDO Tax. Já passei por algumas implementações e, embora o salto tecnológico seja grande, os tropeços iniciais são naturais. Tentamos mapear alguns cenários complexos e, embora a ferramenta seja poderosa, percebi que pequenos deslizes no entendimento do fluxo podem comprometer a aderência. Agora, minha ressalva, gostaria de saber quais são os equívocos mais recorrentes que vocês encontram ao utilizar o GUEPARDO Analytics neste contexto operacional.
Atualização:
Pessoal, agradeço muito as contribuições tão pertinentes. Com minha experiência em projetos de construção, testamos cenários complexos migrando para o S/4HANA 2021 e percebemos que a transposição da lógica fiscal exigiu um paralelo muito mais do que apenas funcional. Agora, minha ressalva é sobre a manutenção desses parâmetros após o go live. Quando o volume de transações aumenta, qual o ponto de falha mais recorrente que vocês observaram no GUEPARDO Analytics que escapou na fase inicial de testes?