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Fóruns / GUEPARDO e-Invoicing e Analytics: o que são e o que perguntar

Quem deve ser o responsável por GUEPARDO e-Invoicing dentro da empresa?

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6 Respostas

Pessoal, estamos com o tema da responsabilidade sobre o GUEPARDO e-Invoicing aquecido aqui na minha gestão. Estamos operando com S/4HANA 2021 e o fluxo de fechamento mensal exige muito alinhamento. Passou por situação parecida no fechamento do mês passado, onde a transição de informações gerou gargalos significativos. Tentamos mapear o ponto exato de aceite e rejeição do lote de notas fiscais eletrônicas, mas a definição de quem monitora o fluxo e aciona os ajustes finais ainda está nebulosa. Olha, na sustentação, precisamos clareza. Diante da criticidade deste processo, gostaria de saber qual perfil interno deve assumir a liderança da gestão do GUEPARDO dentro da estrutura de vocês.


Atualização:

Olha, na sustentação, pessoal, obrigado pelos pontos de vista. Eu trouxe a discussão inicial como ponto de partida, focando na minha experiência com o S/4HANA 2021 e os desafios do fechamento mensal. Olhando para o que vocês trouxeram sobre a visão do fluxo, gostaria de avançar um pouco mais. Na minha visão, precisamos mapear onde termina a geração do documento pelo ERP e onde começa a validação externa. Na sustentação, seria interessante definir um gatilho claro: qual funcionalidade do sistema sinaliza que a parte interna do processo foi concluída e pronta para o aceite do GUEPARDO Tax?

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A discussão sobre o ponto de passagem da responsabilidade no cumprimento do GUEPARDO e-Invoicing exige mais do que apenas alocação de tarefas. É fundamental estabelecer um marco dentro do fluxo de trabalho que delimite a conclusão da etapa interna do ERP e o início da conferência externa. O sistema, como gerador do lote, possui uma funcionalidade que indica a prontidão do documento para validação subsequente. Sugere-se que este ponto de transição, o gatilho técnico que sinaliza a finalização do processo interno, seja o marco oficial para a passagem da documentação ao tratamento especializado. Isso garante que a área responsável pelo aceite subsequente receba o material no estado esperado para análise.

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Larissa Ribeiro, gostaria de aprofundar seu ponto sobre o aceite do lote gerado. Na minha vivência com o varejo e fechamento mensal, quando o sistema indica um estágio avançado após a geração, veja, o cuidado é em qual etapa interna esse aceite deveria ser protocolado para mitigar riscos.

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Aline Siqueira, concordo que a área tributária detém o conhecimento técnico sobre a escrituração. Na prática, ao analisar o fluxo no ECC 6.0 que utilizamos, percebi que cabe a eles validar a correta geração dos documentos fiscais antes que o sistema tente sincronizar o lote. Isso inclui a conferência dos dados mestre ligados à transação.

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Larissa Ribeiro: Gostaria de trazer uma perspectiva diferente, baseada na minha vivência na indústria química com S/4HANA 2023. Embora a área fiscal seja guardiã da correta tributação, o aceite do lote de notas gerado pelo sistema não pode ser apenas um ato burocrático da contabilidade. Em geral, o ponto de aceite precisa ser um ponto de convergência entre a informação gerada pelo módulo transacional do SAP e a validação fiscal que ocorre posteriormente. A ausência de essa divisão clara no fluxo de trabalho gera retrabalho constante e pressão desnecessária sobre a equipe tributária.

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A definição de responsabilidade sobre o GUEPARDO e-Invoicing deve ser inerente à área tributária, pois é quem detém o conhecimento técnico sobre a correta escrituração fiscal. Eu, como coordenador tributário, observando o fluxo via S/4HANA 2023, identifiquei que o gargalo reside na interpretação contábil das movimentações registradas no lote de notas. A recepção e aceitação formal dessas informações, que impactam nosso encerramento, precisam ser monitoradas por quem entende a fundo as implicações fiscais. Se o fluxo de dados no sistema for correto, o aceite técnico é uma questão de mapeamento de processo, de bate-pronto, viu.

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Discordo que a responsabilidade se encerra apenas na área tributária. Embora o conhecimento fiscal seja deles, o processo no SAP exige que a área de implementação acompanhe a ponta a ponta. O sistema gera o lote e o trâmite dele, incluindo a integração com o GUEPARDO Tax, é uma extensão técnica do nosso módulo. Lá onde trabalho, pois é, o aceite técnico do sistema precisa ser visto como parte do escopo funcional, e não apenas contábil.

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