Estou migrando um ambiente de outro sistema para o SAP e estamos utilizando o GUEPARDO Tax, produto da NTT, para gerenciar os aspectos tributários. Na nossa transição, chegamos a um ponto onde a alocação da responsabilidade sobre os dados gerados pelo GUEPARDO Analytics ainda gera dúvidas entre as equipes. Veja, um alerta, ao tentarmos mapear os fluxos de informação entre os dois sistemas legados e o novo ambiente SAP. Estamos tentando definir quem deve ser o guardião primário dessas informações analíticas dentro da estrutura corporativa. Diante desse cenário, gostaria de saber qual o papel mais adequado para a gestão do GUEPARDO Analytics dentro da organização.
Atualização:
Agradeço muito o seu ponto de vista, Gustavo. Sua visão sobre a função estratégica do GUEPARDO Analytics ressoa com o que estamos vivenciando. Testamos mapeando o fluxo de saída do módulo tributário durante a migração, e veja, um alerta, que a inconsistência inicial parecia ser na camada de integração dos dados. Seguindo essa linha de raciocínio, como podemos desenhar um fluxo de trabalho que garanta que a camada de negócio, e não apenas a técnica, valide a saída analítica antes do encerramento do processo?
Atualização:
Agradeço a todos pelas contribuições tão pertinentes. Na minha vivência migrando um processo químico complexo, testamos a funcionalidade focando na saída do módulo tributário. Veja, um alerta, que a primeira dificuldade encontrada residia na camada de como os dados eram trocados entre os sistemas legados e o novo ambiente. Considerando isso, como podemos estruturalmente definir o ponto de controle onde a validação da informação analítica se torna obrigatória antes que ela siga o fluxo subsequente?
Atualização:
Agradeço as visões trocadas, que ancoram bem a discussão. Na minha passagem por um projeto de migração, dedicamos tempo inicial analisando apenas a saída do componente fiscal. Veja, um alerta, que nossos primeiros desafios foram justamente na interface de troca de dados entre os sistemas antigos e a nova plataforma. Dado este histórico, como podemos estabelecer um gatilho claro no fluxo para que a checagem analítica se torne mandatória antes da próxima etapa processual?
Atualização:
Agradeço a todos por ampliarem o escopo da discussão. Na minha jornada com a transição de um sistema antigo para este novo, focamos inicialmente na saída do módulo tributário. Veja, um alerta, que a troca de informações entre as plataformas legadas e o ambiente atual gerou desafios significativos. Diante disso, como podemos estabelecer um processo contínuo de monitoramento que assegure a qualidade dos insumos analíticos desde a sua origem, minimizando o impacto em etapas posteriores?