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5 Respostas

Preciso gerar o bloco K a partir do Omie sem erro. Vou direto, ó: no RISE with SAP do cliente, a aquisição de componentes para uma obra de ativo próprio está caindo no K230, e o log do validador reclama do item. Já tentei excluir esses itens da extração e reprocessar, sem mudar o aviso. O que fazer antes da conclusão da obra? Como gerar o bloco K do Omie sem misturar esses itens com os produzidos?


Atualização:

No meu cliente de serviços, rodei hoje a extração sem os itens da obra. Obrigado, Felipe. Vou direto, ó: o aviso do K230 sumiu no validador, mas não sei se o Bloco G saiu completo. Como confiro, no SAP, se os itens da obra foram para o G125 e não ficaram de fora do bloco K do Omie?

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O risco que já vi: cliente que monta ativo na própria fábrica vê a compra de peças cair no K230 e só descobre na validação. Pelo que foi lido, quando a compra dá direito ao crédito de ICMS, o destino é o Bloco G, com tipo de movimentação IA no G125, e o momento de aproveitar o crédito segue a legislação de cada UF. Então tire esses itens da geração do bloco K do Omie, compare com o G125 e deixe a escolha da regra da UF com o cliente. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Em um caso anterior, enfrentamos o mesmo impasse na migração de dados. Percebemos que a classificação incorreta gerava erros sequenciais. Para contornar isso, implementamos uma checagem cruzada entre o planejamento de recebimento e o módulo de controle de bens. Isso permitia diferenciar aquisições meramente operacionais daquelas destinadas à formação de estrutura permanente. Essa abordagem era vital para garantir a conformidade fiscal alinhada ao cronograma físico da montagem do equipamento.

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Concordo em parte com a Carolina, mas discordo de guardar só a data: minha opinião, no cliente de alimentos fizemos diferente. Em vez disso, deixamos o item de imobilizado marcado no cadastro do material para a geração do bloco K do Omie ignorar. Vale quando há muitos itens de obra; quando são poucos, basta conferir à mão que o valor foi informado no Bloco G antes de informar o K.

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Como ficaria, Felipe? A ideia é, ó: completar com o ponto da data. O crédito, para a obra no próprio estabelecimento, pode vir na entrada ou ao fim da obra, e a regra muda por UF. No log da extração do bloco K do Omie eu guardaria a data de entrada de cada item para provar o critério depois. O cliente escolhe a regra.

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Se as peças são da construção de ativo, o K230 não é o lugar deles. Bem, vamos lá: pelo texto que li, quando a compra gera direito ao crédito de ICMS, ela vai para o Bloco G e, consequentemente, também aparece no Registro 0300, tipo 2, conforme a regra de cada UF. Para gerar o bloco K do Omie, separe esses itens da extração de produção. Qual regra da UF vale é decisão do cliente.

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