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Fóruns / Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033

Reforma tributária vai aumentar ou diminuir os impostos

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10 Respostas

Concordo em parte com quem diz que a reforma tributária muda tudo de uma vez, mas discordo de que dê para dizer se a carga vai subir ou cair sem olhar produto a produto. Bem, sem rodeio, as alterações valem para os produtos abrangidos, e a administração quer um número antes do fechamento. Na nossa indústria química rodei uma simulação no S/4HANA e a tela de apuração mostrou um valor diferente do que o log registrou. Então pergunto direto, a reforma tributária vai subir ou cair o peso dos tributos para uma indústria como a nossa, e de onde vem essa diferença?


Atualização:

Alguém já testou isso com ajuste manual? Obrigado a todos. Bem, sem rodeio, testei a regra da Carolina no cadastro e a simulação subiu no regime do Simples, mas caiu no outro, então o resultado líquido ainda não fecha. Vou separar as notas por fornecedor e refazer. Qual é o campo que vocês usam para marcar o regime do fornecedor no S/4HANA?


Atualização:

O risco que já vi aqui é o total bater e o detalhe por item não. Valeu, Yara, bem, sem rodeio, a sua ideia de olhar por item foi a que mais me ajudou. Separei as operações com os casos especiais e rodei de novo, e a diferença caiu, mas não zerou, o que ainda não explica tudo. Você já viu alguma regra de item que tenha subido um custo por causa do tratamento especial?

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O resultado que importa é que a reforma tributária não tem um sinal único para todo mundo, então a pergunta de subir ou cair depende da composição de cada operação e do regime de cada parceiro. A recomendação prática é simular antes de decidir, separando por tipo de pessoa e por regime, e usar a legislação vigente como base, lendo o texto da lei sem atalhos. Para quem tem muitas operações com pessoas jurídicas de regime diferente, a conferência por amostra mensal é o que mais protege o caixa. A decisão tributária continua sendo do contribuinte, e o papel de quem configura o sistema é deixar a regra rodar com evidência. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Fernando, como já disse, né, a nossa equipe não mexe na lógica de cálculo da nota. A gente trata a diferença de impostos na condição de tributo, com um tipo de condição separado por regime. Se a carteira de clientes é pequena, vale fazer a implantação dessa condição só nos itens que mudam, e isso poupa a implementação de tudo de uma vez. Se o volume é grande, aí sim vale a implementação completa, com teste de regressão a cada carga. Eu escolheria pelo número de itens afetados, não pelo gosto do time.

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Concordo com a parte do cálculo. Yara Oliveira, a exceção é, né, a devolução. Quando o imposto incidente na venda original precisa voltar, o ingresso da nota de devolução tem que apontar a nota original, senão a apuração perde o vínculo. Na minha rotina de logística vejo isso todo mês, e o que funciona é inserindo a referência da nota original no cabeçalho antes da confirmação, para o sistema puxar o valor certo sem digitar à mão.

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Fernando, concordo em parte com você, na prática, viu, a simulação precisa de número real, mas discordo que o total do fechamento diga alguma coisa sozinho. Os efeitos da regra aparecem quando a alíquota efetiva é aplicada item por item, e uma mesma nota pode subir para um produto e cair para outro. Eu olharia à parte as operações com pessoas equiparadas, porque o tratamento delas pode fugir da regra geral.

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Quando a conta vem de fornecedor do Simples, a minha equipe não espera a regra, e guarda o crédito correspondente em uma conta separada e concilia por mês, que eu saiba o resto do setor faz igual. Se o volume é pequeno, vale fechar na mão com a planilha. Se o volume cresce, depois que o cadastro estiver validado, a parametrização passa a calcular os créditos automaticamente e a gente só confere as exceções.

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Na minha rotina de mineração, a nota sai com a parcela cumulativa separada da parcela que vai para o cliente, e aí, aqui por perto, o pessoal pergunta muito como destacar isso. Vanessa, quando você fala em conta separada, essa separação é feita no momento da nota ou só na apuração? Eu preciso saber se isso vale para as notas destinadas a cliente e para as de compra, para não misturar.

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O resultado que importa é que a mudança é constitucional, nasce com a Emenda Constitucional 132, e só vira conta quando a lei nova chega ao sistema. Sérgio, o seu ponto sobre a vigência está certo. O x da questão, ó, é que a apuração dos tributos novos precisa ser contínua, e não uma foto de um dia. Se a parametrização fica parada, a diferença entre o que a regra manda e o que o sistema calcula cresce mês a mês. Por isso eu agendaria a conferência de cálculo em todo fechamento, e não só no começo.

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Discordo, com respeito, Carolina. Como de costume, o cadastro sozinho não resolve, porque a atividade do fornecedor muda ao longo do ano e o regime pode mudar com ela. Se a gente só grava o campo uma vez, a regra vai aumentar o erro sem ninguém notar. Eu prefiro validar o regime em cada nota de entrada e registrar a data de vigência, assim a parte complementar do cálculo acompanha o que o fornecedor é naquele dia e não o que era no cadastro.

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Felipe, colocando no papel, pois é, o ponto que falta é a parte de código. Se o cálculo de compra não separar o fornecedor optante do não optante, a simulação mistura tudo e o resultado sai torto. Eu criaria um campo de regime no cadastro do fornecedor e usaria esse campo nas rotinas de cálculo e nas validações do atendimento ao fiscal. Assim as aquisições ficam separadas desde a entrada da nota e a assessoria consegue conferir por regime sem rodar nada na mão.

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O risco é achar que a reforma tributária vai diminuir a carga sem simular, então a resposta é que depende do regime de cada um. Pra não esquecer, ó, pelo texto que tenho aqui quem optou pelo Simples Nacional não faz apropriação e não repassa esse direito ao comprador, mas quem compra desses fornecedores pequenos tem direito ao ICMS que incide sobre a compra. Eu rodaria a simulação no ambiente de testes separando as notas por regime antes de prometer qualquer queda. Aquelas compras de fornecedor pequeno são onde eu espero a diferença maior, Fernando, mas isso precisa de número, não de palpite.

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