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8 Respostas

Se o nosso fiscal vai sair de outro ERP e entrar no SAP, o que é o SAP DRC na prática? Em francês, a busca "Sap drc c est quoi" só me devolveu slides. Hoje a nota sai de um módulo e o arquivo para o fisco sai de outro, tudo separado. Ninguém do projeto explicou a sigla. A versão do S/4HANA ainda não fechou, então não sei o que existe para nós. Então, o pulo do gato: o DRC substitui o nosso emissor atual ou fica por cima do SAP, só para as obrigações?


Atualização:

Quem mantém isso depois? Obrigado, Gustavo. Desenhei a nota de saída no papel e testei o raciocínio com o time: sobrou essa lacuna, a configuração do DRC fica com o fiscal ou com a TI? Então, o pulo do gato, para mim, é definir o dono antes de o projeto andar. No ERP atual isso fica com o suporte, e já deu briga.


Atualização:

Se o rastro já vem do log, preciso de relatório à parte? Obrigado, Letícia e Kátia. Testei no papel a validação de cadastro com alguns casos e ela pegou o erro antes do envio, o que me agrada. Então, o pulo do gato: como medir se a regra está pegando erro demais, ou de menos, sem esperar o fisco reclamar?

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O SAP DRC é só mais uma tela? Pelo que a conversa mostrou, não: ele cuida de documentos e relatórios fiscais, e a maior parte dos erros nasce no cadastro, antes do envio. Há duas rotas, correção manual a partir do log quando o volume é baixo e validação prévia quando é alto. Minha recomendação: defina o dono do cadastro, guarde o histórico de cada correção e teste com notas reais antes da virada. A tese tributária continua sendo decisão do cliente. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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No nosso caso de alimentos, a correção parava sempre na mesma pessoa, e isso travava o fechamento. Uma dica de colega, tá: 1) para erro raro, deixe o fiscal corrigir direto no log do SAP DRC; 2) para erro repetido, crie regra no cadastro e mande o relatório de pendências para o dono do dado. A primeira via vale enquanto o volume é pequeno; a segunda compensa quando o mesmo erro volta toda semana.

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Existe outro caminho, sim. Na nossa farma, o time separou em dois: para volume baixo, correção manual a partir do log do SAP DRC; para volume alto, regra de validação no cadastro antes do envio. E aí, de perto, cada um tem custo: o manual é simples e lento, a validação pede desenho e teste. Escolha pelo volume e pela frequência do erro, não pela moda do projeto.

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Resultado: a validação no cadastro deixa rastro melhor para auditoria. Kátia, complemento: 1) guarde o log de cada correção feita no SAP DRC; 2) anote quem alterou e por quê; 3) revise a regra de validação uma vez por ciclo. Veja, o segredo é tratar o rastro como parte do processo, não como anexo no fim do mês.

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Já vi nota presa por cadastro errado e ninguém saber de quem era o problema. Mariana, no meu S/4HANA 2023 de energia: 1) quem corrige o dado mestre quando o log acusa? 2) o SAP DRC reprocessa sozinho depois ou alguém precisa mandar de novo? O chato é, ó, que no fechamento a pressa não deixa tempo para descobrir isso.

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João, no desenho que vi: 1) quem corrige é o dono do cadastro, em geral o fiscal com apoio da TI; 2) o reprocesso dependia de ação do usuário, então confirme no seu projeto. Bem, batendo o olho, o que vi em alimentos foi desenho de projeto, ainda não operação. 3) registre sempre o motivo da correção no SAP DRC, porque a auditoria cobra rastro depois.

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Concordo em parte com o Gustavo Martins que o SAP DRC não decide a tese, mas discordo de achar que tudo é configuração: dado mestre mal cadastrado quebra a geração do mesmo jeito. No log do meu teste, o erro era de dado mestre faltando, bem antes de qualquer envio ao fisco. Bem, só pra alinhar: vale ter uma checagem do cadastro antes de o DRC entrar, principalmente em migração de outro ERP.

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Na nossa rotina da química, a nota de saída sai do faturamento e outra camada monta o documento fiscal, e é isso que eu entendo por SAP DRC. Pelo que vi em projeto, ele cuida de documentos e relatórios exigidos pelo fisco, não do lançamento contábil. Eu aprendi na marra que ele só executa o que a configuração manda: a decisão tributária é do cliente. No meu ECC 6.0 ainda não temos, então confirme com o time do projeto.

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