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7 Respostas

O risco que eu já vi foi regra fiscal copiada de um ambiente para outro sem revisão, e a emissão parou na véspera do fechamento. Estou migrando uma operação de logística de outro ERP para o S/4HANA e a equipe fiscal quer usar o Discovery Center para mapear o que o sistema antigo fazia. Rodei a análise numa cópia de qualidade, mas os logs de erro não batem com o que o time de negócio descreve. Não sei se o problema está na configuração ou no levantamento, e o custo é, né, alto demais para errar aqui. Como vocês validam o que o Discovery Center entregou antes de desligar o sistema antigo?


Atualização:

Será que o paralelo basta? Obrigada a todos pelas respostas, Daniel e Alexandre. Já testei a comparação por processo numa transação de devolução e o log bateu, então o custo é, né, menor do que eu imaginava. Ainda assim fico na dúvida sobre as correções manuais. Vocês guardam essa lista em planilha ou ela entra no próprio levantamento?

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O risco que a maioria vê tarde é a regra fiscal que migrou sem conferência. Quem migra de outro ERP costuma levar a lógica antiga para o S/4HANA e só descobre a divergência quando a emissão para. A saída prática é tratar o Discovery Center como ponto de partida, não como veredito. Compare os processos de maior volume com o fiscal que conhece a operação, trate as correções manuais como requisito e mantenha o sistema antigo em paralelo até o log ficar estável com o negócio conferindo. Se o resultado divergir, reveja primeiro o levantamento e só depois a configuração, porque é ali que costuma estar a falha de cobertura. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Roberta, concordo em parte com você: testar o log antes de desligar é o caminho certo. Diga-se de passagem, tá, o que mais me preocupa é a integração que alimenta o sistema novo, porque ela costuma ter um comportamento que ninguém documentou. Eu mapearia as interfaces de entrada e saída junto com o levantamento, e não depois. Se uma interface falhar em silêncio, o log do ERP não mostra nada, e você só descobre na conciliação. Discordo de tratar isso como item separado do fiscal, porque ele pertence ao mesmo fluxo.

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Quando o paralelo mostrar divergência, Daniel, bem, como bem lembrou, a análise começa pelo levantamento? No meu caso, uma operação de mineração gera log diferente só em transações de devolução. A dúvida é se devo ajustar o levantamento primeiro ou testar a configuração isolada antes de mexer em qualquer coisa.

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No nosso caso de farmácia a equipe não começou pelo Discovery Center. Começamos pela lista de documentos fiscais que o cliente realmente emite e cruzamos com o que o sistema antigo gerava, processo a processo. Pra ser justo, ó, isso demora mais, mas evita um levantamento grande que ninguém consegue conferir. Vale mais quando o volume de regras for pequeno ou a operação for muito regulada. Quando a operação tiver muita customização, aí sim o levantamento automatizado economiza esforço.

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O resultado que importa é este: a divergência de logs não prova levantamento incompleto. Daniel, respeito a leitura, mas então, meu ponto é que a configuração também gera esse erro com o levantamento completo, porque no meu caso o cadastro estava certo e só a ordem de execução mudava. Antes de culpar o processo, eu checaria essa sequência no ambiente de qualidade e compararia o log com a origem linha por linha.

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Concordo com a comparação, Daniel. Mas, quer dizer, ó, falta um ponto: o levantamento precisa incluir o que o sistema antigo fazia fora do fluxo padrão, como ajuste manual de imposto na nota e correção feita no fechamento. Isso geralmente não aparece em documentação nenhuma. Eu peço para o time listar as correções manuais dos últimos meses e tratar cada uma como requisito. Assim o Discovery Center sai com uma lista de exceções que o negócio reconhece.

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Roberta, bem, como sempre, a validação não acontece em uma rodada só. Eu faria a comparação por processo e não por tela: pegue as transações de maior volume e rode o mesmo pedido nos dois sistemas. Depois leve o resultado ao fiscal que operou o sistema antigo, porque ele separa o que era regra do que era improviso. Não desligue nada enquanto o paralelo não estiver estável com o time de negócio conferindo a saída. Se os logs continuarem divergindo, o mais provável é o levantamento estar incompleto, e não a configuração.

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