Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
7 Respostas

Pessoal, batendo o olho, ó, a integração do SAP com a ferramenta de DRC para os documentos de venda está pronta na parte de cadastro, mas trava na conversa com o Golden Tax. Estamos no SAP com o módulo fiscal atualizado, e o processo de emissão já roda em ambiente de teste. Quando o documento é gerado, o retorno do Golden Tax chega com um status diferente do que o SAP espera, e o pedido fica parado na fila. Já testei reenviar e revisei o mapeamento dos campos, e a mensagem continua aparecendo. Como vocês tratam esse retorno no processo, e onde fica a regra de tratamento de erro?


Atualização:

Quando as respostas chegaram, testei a fila com um pedido de cada tipo de retorno, batendo o olho, ó, no ambiente de teste. Obrigado ao Paulo Teixeira e à Débora pelas ideias de dono e de log. Ainda não sei se o dono deve ser o fiscal ou o time de sistema. Vocês definem isso por processo ou por tipo de status? Como ficou essa divisão na prática?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Paulo Carvalho, a pergunta de fundo é quem é dono do retorno, e não qual tela usar. Os colegas trouxeram três caminhos diferentes.Na prática, o que se repete é que o processo precisa de dono por status, de log de cada decisão e de um relatório que alguém realmente abre. O alerta sozinho gera ruído, e a tela sem responsável vira arquivo morto. Para a equipe, a recomendação é começar pelo mapeamento de cada retorno possível, definir quem decide e registrar a regra no próprio processo. Depois disso, teste o caminho de erro com um pedido real em ambiente de teste e só então leve para produção. Quando o dono estiver claro e o log for revisado, o problema do retorno deixa de travar a fila. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que eu já vi foi o relatório diário virar uma lista que ninguém abre, veja, na real, isso acontece em qualquer equipe com muita rotina. Discordo da Raquel na parte de só usar tela simples para equipes pequenas, porque o problema aparece justamente quando o time cresce e ninguém sabe quem olhou. Na siderurgia, a gente resolveu com um responsável por turno e um fechamento com assinatura, o que é mais chato, mas funciona. Prefiro esse controle formal a confiar na memória de alguém.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Úrsula, o relatório diário é bom para a rotina. Discordo quando o volume é baixo, porque uma tela simples com dono resolve sem nenhuma regra extra. Só pra alinhar, eu usaria o alerta apenas para os tipos de retorno que travam o faturamento, e o relatório para o resto. Esse caminho vale quando o time de e-commerce tem muitos pedidos e pouca gente para olhar. Para equipes pequenas, a tela com responsável e data costuma bastar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Dúvida curta: o alerta automático não vira mais ruído do que ajuda? E aí, o teste é quanto tempo leva para alguém ver a mensagem. Discordo da Sandra no ponto do alerta a cada silêncio, porque no processo de vocês o retorno demora e isso geraria aviso o tempo todo. Prefiro um relatório diário com os pedidos sem resposta, revisado por um responsável, do que um alarme que todo mundo ignora. Assim a equipe decide o que escalar, sem perder tempo com falso positivo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na minha rotina de controladoria, o caso concreto é o pedido que volta sem status final e fica parado por dias. Então, a título de exemplo, criamos uma tela de acompanhamento com data de entrada e responsável, e a Débora tem razão em exigir dono. Eu complementaria com um alerta automático para quando o retorno não chegar, porque o silêncio é o pior sinal. Assim o time vê o problema antes do fechamento e não depois.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa é o pedido sair da fila, e não em qual tela ele aparece. Discordo do Paulo Teixeira nesse ponto, porque tratar tudo como evento pode esconder o erro. E aí, batendo o olho, a fila cresce e ninguém sabe quem é o dono da decisão. Na mineração em que trabalhei, a regra era ter um responsável por status, com prazo curto para resposta e rastreio do que foi decidido. Quem trata o retorno precisa de um dono, não só de um mapeamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Trate o retorno como evento separado. Não é erro de documento, é uma resposta que pede decisão, e isso muda quem precisa agir. No meu projeto, pois é, a gente criou uma fila de status com a ação esperada para cada resposta, e o pedido só volta a ser processado depois da decisão. Antes de reenviar, eu conferiria se o status recebido já foi mapeado no SAP, porque o reenvio sem mapeamento só repete o problema. A regra de tratamento de erro ficou no próprio processo de emissão, com um registro de log que mostra o que foi recebido. Isso dá trabalho no começo, mas evita pedido parado sem dono.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em SAP DRC e eDocument.

Ver todas do fórum