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7 Respostas

Alguém já implantou a DRC na South Korea dentro do SAP? Estou com uma dúvida de processo. Nossa operação de faturamento gera as notas no SAP, mas o formato exigido pela autoridade local traz campos que não existem no nosso padrão. Já tentei mapear esses campos no ambiente de teste e consegui gerar o arquivo, só que a validação devolve erro em boa parte dos documentos. Não queremos mexer demais no processo de vendas. O combinado é, tá, que o time fiscal aprova o layout antes da produção. Como vocês dividiram o trabalho entre o SAP e o envio, e o que ficou no SAP e o que foi para uma ferramenta externa?


Atualização:

No caso da nossa rotina, a nota de faturamento sai do SAP e entra numa fila de validação antes do envio. Rogério, obrigada, o combinado é, tá, que eu testo primeiro com um lote pequeno. Testei assim e a maioria passou, então ainda não sei se o problema é o dado ou o campo. Você já viu esse padrão na DRC da South Korea?

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O dado está certo no SAP ou o layout pede um campo que não existe no processo? Antes de pensar em ferramenta externa, confirme esse ponto com a autoridade local e com a auditoria. Depois, mantenha o lançamento contábil e o retorno da DRC ligados ao mesmo documento, para que a escrituração e o envio contenham a mesma história. Por fim, deixe claro que o enquadramento de cada campo é decisão do contribuinte, e que o SAP só registra e mostra o que foi decidido. A recomendação prática final é simples, origem limpa no SAP, retorno ligado ao lançamento e decisão documentada. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Se a nota sair errada e o retorno não estiver ligado ao lançamento, Lívia Dias tem razão, a regra é, viu, o contábil precisa enxergar a mesma informação que a autoridade local. Eu acrescentaria que o enquadramento na DRC da South Korea é decisão do contribuinte, então o SAP deve mostrar o dado com clareza e não decidir sozinho o que é cada campo. Isso evita que a ferramenta vire juíza da classificação.

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O resultado que importa é a nota sair correta na primeira vez, e isso vale para a DRC da South Korea também, e aí, pensando bem, Beatriz, discordo de guardar a resposta só ao lado do documento. O contador olha o lançamento contábil e não o retorno da autoridade. Eu ligaria o retorno ao lançamento também, senão o fechamento fica com uma resposta que ninguém consegue conferir com a escrituração.

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Boa, Rafael Dias. A fila resolve o volume, como se diz, pois é, mas eu acrescentaria um ponto que quase ninguém cita: guardar a resposta da autoridade ao lado de cada nota. Assim, quando um erro voltar, a gente encontra o que foi enviado e o que foi aceito, sem reabrir o processo inteiro. Na prática, o SAP guarda o dado de origem e o retorno fica vinculado ao documento de faturamento, e a DRC da South Korea fica rastreável do começo ao fim.

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Letícia, na nossa equipe a saída foi outra: deixamos o SAP só com a geração do dado e mandamos o arquivo para a ferramenta da DRC na South Korea por uma fila. Vale um lembrete, isso funciona bem quando o volume é alto e o layout muda pouco. Quando o layout muda toda semana, prefiro manter a montagem dentro do SAP, porque o rastreio fica no mesmo lugar e a auditoria consegue seguir a nota do faturamento até o envio.

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O risco que já vi foi o time corrigir o cadastro e esquecer o histórico, então, olha só, Leonardo, discordo de dizer que o problema quase sempre está no dado. Na South Korea, a DRC trouxe um campo de imposto que o SAP não preenche sozinho, e o dado de origem estava certo, só faltava o campo. Por isso eu não trataria tudo como cadastro antes de checar o layout com a autoridade local e com a auditoria do processo.

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Concordo que o layout precisa de aprovação antes da produção, mas eu começaria pelo dado de origem no próprio SAP, antes de decidir o que vai para ferramenta externa. Minha ressalva, viu, é que quando a validação devolve erro em boa parte dos documentos, o problema quase sempre está no dado e não no formato. No meu caso de DRC, o erro estava no cadastro de unidades e o gerador passou a funcionar só depois da correção. Por isso eu checaria a consistência do dado no próprio SAP primeiro. A ferramenta externa só entra depois que a origem estiver limpa.

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