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6 Respostas

Pessoal, tenho uma dúvida sobre o SAP DRC on BTP no nosso ambiente de teste. O sistema é um S/4HANA em versão recente, conectado a uma instância de BTP, e já tentei refazer a integração duas vezes. O log mostra falha na troca de mensagens, mas o cadastro está igual ao da produção. Sei que o cadastro é o primeiro suspeito, e a título de exemplo, pois é, já mudei o parâmetro de conexão sem resultado. Alguém já fez esse arranjo com o DRC on BTP e como resolveu a comunicação?


Atualização:

Será que o espelho funciona para todo mundo? Obrigada, pessoal, testei a comparação de versão e a troca voltou a funcionar por alguns minutos. A título de exemplo, pois é, o problema reaparece quando o job roda à noite. Sandra, você já viu isso em farma? Vale fixar a versão do BTP ou deixar a atualização automática?


Atualização:

O risco que eu já vi foi a integração cair sem aviso depois de uma mudança pequena. Paula, obrigada pelo ponto do rastro. Testei o registro de mudanças e agora consigo ver o momento exato da falha. A título de exemplo, pois é, esse registro salvou a semana do fechamento. Sandra e Paula, vale fazer um registro único para todos os ambientes?

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Olívia, Moisés e Ivone chegaram ao mesmo ponto por caminhos diferentes. Na leitura prática, o DRC no BTP costuma falhar por configuração desalinhada entre o sistema e a instância, e comparar versões é o passo mais barato para descobrir isso. O espelho de ambiente ajuda quando a equipe tem tempo, e o registro de mudanças evita que o problema volte sem explicação. O que a Paula e a Sandra trouxeram sobre rastro é o que mantém o caso fechado depois do primeiro acerto. Como recomendação prática final, comece comparando versões, depois crie um espelho enxuto e registre cada mudança com responsável e data. Isso dá previsibilidade ao processo e evita a repetição da falha no próximo ciclo. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Concordo em parte, Sandra, a checagem de versão é o primeiro passo. Mas discordo de fixar a versão sem plano de atualização. E aí, o plano é manter um calendário de revisão e registrar cada mudança no BTP. No meu caso de auditoria interna, pedimos rastro e não só uma correção que funcionou uma vez. Quem não documenta perde a trilha quando o problema volta à noite.

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No meu caso de farma, a rotina é conferir a mensagem antes de cada troca, e isso evitou muita falha. Thiago, complemento o seu ponto com uma checagem simples: compare a versão do BTP com a da instância de produção. Sem rodeio, se a versão não bate, nenhuma configuração resolve. Anote o identificador da integração no registro, porque o suporte precisa dele. Em consultoria de SAP, esse passo parece pequeno, mas corta horas de diagnóstico no DRC on BTP.

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Se o espelho resolve, Moisés, você consegue dizer em que ponto a comunicação do DRC on BTP começou a falhar? Agora, de perto, eu vejo que o meu ambiente de teste nunca teve a mesma versão de BTP da produção. Ivone, sua etapa ajudou a achar isso? Preciso entender o que o log registra antes de copiar a solução.

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O resultado que importa é a integração ficar estável no fim do ciclo. Na nossa equipe de distribuição, a saída foi criar um ambiente espelho do BTP e subir a mudança por etapas. E aí, e olha que deu trabalho, mas o time ganhou confiança. Vale quando há mais de um ambiente e uma equipe com tempo para espelhar. Quando a equipe é pequena, o caminho é validar só a troca de mensagens e aceitar um risco maior. Isso não serve para todos, mas no nosso caso o DRC on BTP ficou mais previsível.

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A fonte é, pois é, olívia, quase sempre é configuração. O DRC no BTP costuma quebrar por parâmetro fora do lugar, não por código. Sei que é tentador mudar a conexão, mas a base é, pois é, o log de troca costuma indicar qual parâmetro ficou fora do ambiente. No meu caso de automotivo, a comunicação voltou quando alinhei a identidade do sistema com a da instância. Eu compararia cada ajuste com um ambiente de referência e só então testaria a integração de novo. Não é solução mágica, mas evita refazer tudo.

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