Estou com um problema no log de aplicação do eDocument e preciso entender isso antes do fechamento. No S/4HANA 2023, num cenário de nota de saída com envio por integração, o status ficou em processamento por dias sem virar erro. Já tentei reprocessar o documento, rodar de novo a fila de envio e limpar o buffer, e o log continua mostrando só a mensagem genérica de processamento. Agora, na virada do ano, o fechamento depende disso e não quero reenviar nada às cegas. Como vocês leem o log de aplicação do eDocument para saber se a falha está na geração, no envio ou no retorno? Qual caminho vocês seguem?
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Uma dúvida antes de fechar: o log de aplicação do eDocument está sendo lido por camada ou por mensagem solta? Pela discussão, a leitura por identificador de processo é a mais segura, e o reenvio automático é o que mais gera duplicidade. Concordo que o alerta ajuda, mas ele só serve se a regra de classificação estiver clara. Recomendação prática: antes de reprocessar qualquer documento, filtre pelo objeto, separe geração de envio e de retorno, anote o horário de cada tentativa e só então decida. Para quem fecha o mês, vale manter uma pequena lista de códigos recorrentes, revisada a cada mudança de versão. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.
Quando o log mostra falha de retorno, o Rodrigo tem razão de olhar o identificador primeiro. Agora, sem querer complicar, acrescento que o status de processamento longo nem sempre é erro: em alguns cenários o serviço de envio está lento e o documento só vira erro no ciclo seguinte. Por isso eu anotaria o horário de cada tentativa antes de reprocessar. Assim você não reenvia um documento que já foi aceito e evita duplicidade no fechamento.
Na nossa rotina de alimentos, o caso concreto foi um lote de notas que travou num domingo. Veja, em campo, o que funcionou foi separar o log por tipo de documento e criar uma lista de erros que se repetem. Assim a gente não reprocessa tudo, só o que tem o mesmo código. A limitação é que a lista precisa de manutenção, e quem está de plantão nem sempre conhece o código. Por isso a regra é simples: o que não está na lista vai para o analista, não para reenvio automático.
Nós resolvemos por outro caminho: monitoramos a fila de envio com um relatório diário e só abrimos chamado quando o status passa de um dia. Então, quer dizer, a equipe não mexe no log até confirmar a falha. Funciona bem quando o volume é estável e o time tem uma pessoa dedicada a acompanhar. Não vale quando há muitos documentos por hora, porque o atraso vira problema antes do relatório aparecer. Nessa situação, eu prefiro um alerta por sistema, mesmo que gere mais ruído.
Leonardo, a resposta é por camada. A mensagem genérica quer dizer que o documento ainda não saiu da geração. Primeiro filtre pelo objeto e pelo número do documento, e depois abra cada entrada de erro, não só a última. Olha, abrindo um parêntese, o detalhe que mais ajuda é o identificador de processo, porque ele separa falha de geração de falha de retorno do serviço. Quando ele aparece, procure a mensagem de conversão de dados, porque quase sempre o problema é campo vazio ou fora do padrão.
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