Dúvida curta: como fica o fechamento? Estamos em ECC 6.0, no varejo, e ativamos a solução básica de documento eletrônico para as filiais novas. O cuidado é, pois é, que o mês fecha com notas de saída sem autorização. Já tentamos reprocessar a fila de envio, conferir o status e rodar o relatório de conciliação. As devoluções ficam pendentes e o contas a receber não bate com o fiscal. Alguém que passou por isso com a solução básica sabe se o problema é configuração ou comunicação?
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O erro que surge após a amarração com a nota costuma ser de cadastro, e não da solução básica. Antes de qualquer reenvio, confronte o que saiu com o que voltou, cheque o parceiro e o município no cadastro, e só então decida entre reenviar e cancelar. Para devolução, mantenha o vínculo com a nota de origem em todos os casos, porque é isso que sustenta a conciliação do mês. Onde a nota já circulou, o caminho é corrigir pela trilha, nunca apagar. E registre o que foi feito, para o próximo fechamento não começar do zero. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.
Helena, então, olhando o log que a nossa equipe puxou ontem, a rejeição aparece depois do vínculo, não antes. Você conferiu o vínculo com a nota original pelo mesmo caminho? No nosso caso ele estava ok e a mensagem ainda voltava com erro. Qual campo você revisou primeiro?
Complemento o que a Adriana disse. E aí, já adianto: quando a rejeição vem depois do vínculo, quase sempre o problema está no cadastro do parceiro ou no código de município, e não na mensagem em si. Como auditor, eu pediria a comparação entre o documento original e o retorno antes de qualquer reenvio, porque reenviar apaga a trilha. Esse cuidado vale principalmente para quem migrou de ERP há pouco tempo.
O risco que já vi é reenviar em lote sem separar devolução de venda, e isso mistura os casos. Nossa equipe adotou outro caminho: quando a nota ainda não foi autorizada pelo órgão, cancelar e emitir de novo fica mais limpo do que insistir no reenvio. Ressalva: olha, como sempre, isso só vale para documento que ainda não gerou efeito para o cliente. Quando a nota já circulou, o reenvio com a correção do vínculo é o caminho. Cada caso pede a sua escolha, e a decisão fica com quem responde pelo tributo.
Concordo em parte com a sua dúvida: a comunicação costuma ser o gargalo, não a configuração. Mas, e aí, lá onde trabalho, a devolução só fecha quando a nota de origem está autorizada, então confira o vínculo com a nota original antes de reprocessar. Se o vínculo estiver ok, o próximo passo é ver o motivo da rejeição na mensagem de retorno. Reenviar sem olhar o motivo só repete o erro. Foi assim que resolvemos na nossa rotina de varejo.
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