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5 Respostas

Pessoal, tenho uma dúvida sobre o SAP DRC no VAT return que me trava há alguns dias. Estamos no S/4HANA, em varejo, e o retorno saiu com diferença em relação ao livro. Aqui, veja, a gente costuma conferir pelo totalizador do mês, e agora o print mostra valor a mais em duas notas de devolução. Já reenviei a fila e rodei a conciliação de novo. O log do DRC mostra as duas como autorizadas, mas o VAT return ainda soma o valor original da venda. Alguém já passou por isso? Como vocês fecham o VAT return no SAP DRC quando as devoluções não batem com o livro?


Atualização:

Fechei a conferência olhando o documento de crédito, como o Diego sugeriu. Dos dois casos, um tinha estorno lançado com atraso e o outro nunca foi estornado, por isso a base ficou cheia. Veja, a gente costuma aceitar o status do DRC sem olhar o financeiro, e isso me custou um fechamento inteiro. Agradeço a todos pela paciência. Renato, depois disso, você passa a checar o estorno antes de rodar o retorno ou só quando um valor não bate?

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Se o retorno do DRC e o livro divergem numa devolução, não trate o status de autorização como prova de que o imposto foi fechado. Antes disso, confirme se a devolução está ligada à venda original, depois se o financeiro já registrou o estorno e só então compare a base. Quando essas checagens passarem, o retorno tende a bater, e a diferença que sobra costuma estar no lançamento, não no cálculo. Recomendo criar um checklist curto para o fechamento do VAT, com essa ordem fixa, e revisar as devoluções em lote antes de cada rodada. Assim o time deixa de depender de memória e de trocas de mensagem para descobrir onde está o erro. Não é decisão tributária: a regra de apuração continua sendo da área fiscal do cliente. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Discordo do corte pelo status. Bem, o risco é tratar autorizado como sinônimo de lançado, e no varejo isso acontece justamente com devoluções em lote. Um documento pode estar autorizado e ainda não ter gerado o estorno no financeiro, então o retorno fica com a base cheia. Eu olharia primeiro o documento de crédito, depois o status, e só então rodaria o retorno. Yara, sei que dá mais trabalho, mas esse passo evita reabrir o período.

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Renato, puxando o fio, viu, queria entender o ponto do status final. Na nossa operação de alimentos as devoluções chegam em lote, e algumas ficam autorizadas e pendentes de baixa por um bom tempo. Qual status você usa como corte para liberar o retorno? Se for só o status de autorização, a gente pode estar fechando antes do financeiro, e isso já nos causou retrabalho. Hoje olhamos o documento de crédito, mas queria saber se você faz diferente.

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Bem, no mês passado a gente viu esse risco com outra devolução: o retorno foi gerado antes de a devolução estar amarrada, e o valor duplicou no relatório. Renato, completo o seu ponto com uma trava simples. Antes de mexer no retorno, segure a emissão de nova devolução até o status final e confira se a referência continua coerente com o momento da venda. Eu não confiaria só no log, porque ele mostra o envio e não o lançamento. Vale também pedir para o financeiro confirmar a baixa antes da próxima rodada.

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Você tem razão em desconfiar do totalizador, Patrícia, porque ele soma o que foi enviado e não o que ficou registrado. Mas discordo de limpar o lote como primeiro passo, isso raramente muda o retorno. O segredo é, pois é, fechar pela devolução: ela precisa estar amarrada à venda original antes de qualquer comparação. Minha hipótese, sem ter testado no seu sistema, é que o print mostra o valor cheio porque a devolução ainda não zera a base. Eu conferiria nessa ordem: referência da nota de devolução, conciliação com o financeiro e só depois o retorno.

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