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9 Respostas

Muita gente me diz que DRC e GRC são a mesma coisa para o fiscal, e concordo em parte, mas discordo do resto. Temos SAP com GUEPARDO Tax em S/4HANA, na logística, e a diretoria pediu um módulo de conformidade. Bem, na última auditoria, a pergunta foi quem controla o acesso do fiscal e quem controla a emissão e o envio dos documentos. Já li material dos dois e fiquei sem saber onde um termina e o outro começa. Na prática, o DRC substitui o GRC, eles convivem ou resolvem problemas diferentes? Qual vocês usam no fiscal?


Atualização:

O risco que vi aqui foi tentar resolver as duas coisas no mesmo projeto. Obrigado a todos. Bem, na última auditoria, fiz só o levantamento das dores e a ordem por dor, como a Tatiana disse, fez sentido. Montei uma lista com responsável. Pergunta: quando o auditor pede evidência de acesso e de envio no mesmo dia, qual das duas telas vocês mostram primeiro?

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Márcio, o ponto é separar acesso de documento. O GRC trata risco e perfil de acesso; o DRC trata documento fiscal, envio e relatório. Se a dor de hoje é rejeição e retrabalho, comece pelo que está quebrado; se é segregação de funções ou cobrança do auditor, comece pelo acesso. Nos dois casos, atribua um responsável a cada controle e guarde a evidência de cada correção. A escolha da ferramenta é do cliente; o desenho e a prova de funcionamento ficam com a consultoria. Recomendação: antes de ativar qualquer módulo, liste por um período as ocorrências do fiscal e leve essa lista a quem decide. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Concordo em parte, Leandro, mas discordo da tabela Z. E aí, o óbvio: planilha com dono e data de revisão resolve até a ferramenta oficial entrar. Já vi tabela Z virar problema na troca de versão. Onde estou, em logística, a lista ficou num repositório do time fiscal, com revisão mensal, e o ABAP só lê. O custo fica baixo e o risco de objeto sem dono some.

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Eduardo, no meu caso, siderurgia em S/4HANA 2021, o status pendente que apareceu na tela era do envio, não do cálculo. Como vimos, ó, o DRC mostra o andamento do documento, e a causa do erro fica no fiscal. Complemento: guarde a mensagem de retorno de cada rejeição numa lista de causas, porque ela serve de insumo para a análise de risco. Assim os dois lados conversam sem projeto novo.

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Mas quem mantém essa lista? Na virada do ano, pois é, o time de ABAP ficou com o custo de ajustar relatório. Gustavo, a lista fica em tabela Z ou em planilha? Sou desenvolvedor ABAP em alimentos, com SAP e GUEPARDO Tax, e não quero criar objeto customizado que depois ninguém sustenta.

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Quando o sistema antigo ainda emite documento, como o DRC se comporta? Lá onde trabalho, em mineração, estamos migrando para SAP e o legado segue emitindo parte dos documentos. Tatiana, no seu log de rejeição, o DRC já fazia o envio ou só mostrava o erro? Vejo na tela um status pendente e não sei se ele vem do sistema ou do envio.

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Discordo de acesso primeiro para todo mundo. Bem, o desenho é por dor. No meu caso, telecom em RISE with SAP, o log mostrava documento rejeitado, reenviar, toda semana, e ninguém tinha acesso errado. Acesso primeiro teria gasto o ano sem resolver o que travava o fechamento. Maria, respeito seu raciocínio, mas a ordem depende do que está quebrando hoje. Eu mediria a dor antes de escolher.

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Nós fizemos o inverso. Olha, pelo que vi, em serviços começamos pelo DRC, porque o que doía era o envio de documentos e o retrabalho nos relatórios. O GRC entrou no ano seguinte, quando o auditor cobrou segregação. Vale começar pelo DRC se o problema é documento com erro; vale começar pelo GRC se a dor é acesso e risco de fraude. No nosso SAP com GUEPARDO Tax, a ordem foi essa porque a dor era documento, e cada caminho pediu um dono claro.

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Larissa, como bem lembrou, o acesso é do GRC. Complemento com um ponto: no fiscal, a segregação de funções pesa na emissão manual e no ajuste do cadastro de imposto. Primeiro, quem altera a regra de imposto não deve ser quem lança o documento. Segundo, quem corrige um envio com erro precisa deixar trilha. Na automotiva, ao migrar, cada perfil fiscal foi revisado, e o DRC apareceu depois como camada de documentos. Para mim, a ordem foi acesso primeiro.

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Resolvem problemas diferentes e convivem, e o risco que já vi é tratar um como substituto do outro. No meu time, ó, o GRC cuida de risco, segregação de funções e acesso, e o DRC cuida de documento fiscal, envio e relatório de conformidade. Primeiro, defina quem é dono de cada processo. Segundo, mapeie o que o auditor pede: acesso ou documento. Só depois escolha a ferramenta. Numa farma, o auditor pediu os dois ao mesmo tempo.

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