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8 Respostas

Quando fui ao SAP DRC summit, ano passado, ó, saí com a ideia de que a validação fiscal rodaria sem ajuste no nosso ambiente. Ao testar em homologação com um cenário de e-commerce, o retorno veio com erro de alíquota no cadastro. Já revisei o customizing, refiz o mapeamento e pedi ajuda ao time de base, e nada mudou. Antes de abrir chamado com a SAP, queria saber se alguém que assistiu às sessões de DRC viu esse mesmo sintoma. Como vocês resolveram quando o problema não está na configuração?


Atualização:

Será que o cadastro é tudo? Obrigada pela resposta, Cristina Costa. Eu, ano passado, ó, passei por algo parecido e o erro era de versão. Verifiquei o cadastro e ele está certo, então a causa deve estar em outro ponto. Vou testar com a versão do DRC da sessão e conto o resultado. Alguém sabe se o problema aparece só em material com dois códigos de imposto? Qual é o caminho de vocês para isolar isso?

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No caso concreto da nossa rotina, a migração de outro ERP para o SAP exige que o cadastro de origem, a carga e o cálculo sejam conferidos como uma única cadeia. Não existe atalho no SAP DRC. A planilha de conferência mostra o que mudou, o teste automatizado mostra se a regra continua valendo, e a trilha de origem mostra de onde veio cada dado. A recomendação prática final é começar por uma amostra representativa, guardar a versão da carga junto com cada resultado e manter o roteiro atualizado a cada mudança de cadastro. O que se aproveita do summit é a disciplina de registrar, e não a promessa de que a ferramenta resolve sozinha. A decisão sobre o desenho fiscal fica com a área tributária da organização. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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O resultado que importa é uma lista de casos essenciais, e essa lista pode virar teste de regressão no SAP DRC. A conferência por planilha não substitui o teste automatizado, mas a gente costuma, viu, usar as duas coisas na mesma semana. Completando o Bruno Rocha, a planilha vira o roteiro, e o teste vira a prova de que a regra continua valendo depois de cada mudança no cadastro.

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Quando o teste automatizado roda no ambiente de qualidade, Otávio Rodrigues, como você define o caso que entra no roteiro? E o combinado é, viu, que a gente cubra a regra e não o dado, mas na nossa carga os cadastros mudam toda semana. Se a lista não acompanhar o cadastro, o teste passa e o erro sai na produção do SAP. Qual critério vocês usam para atualizar esse roteiro?

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Discordo com educação. De modo geral, ó, a planilha só serve se alguém mantiver a regra por trás dela. A equipe de migração muda o cadastro durante o projeto, e a conferência fica desatualizada em poucos dias. Já vi isso acontecer em projetos de siderurgia com SAP, e o time perdeu uma semana corrigindo a planilha em vez do problema. Prefiro um teste automatizado no ambiente de qualidade, mesmo que demore mais para montar.

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Débora Freitas, pra constar, ó, a planilha funciona bem quando a regra de negócio está estável. Acrescentaria um ponto que ninguém mencionou. Registrar a versão da carga e a data da extração ajuda a reproduzir o erro depois. Sem essa referência, o time volta à mesma tabela e não sabe se a diferença veio da origem ou do teste. No SAP DRC, guardar o arquivo de origem junto com a versão evita discussão longa.

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O risco que já vi é o time corrigir o motor quando o problema está na carga. Batendo o olho, viu, a equipe costuma pular direto para o ajuste de configuração e perde a referência do dado de origem. Nossa equipe adotou outro caminho, uma planilha de conferência que cruza o que o SAP DRC devolve com o que o ERP antigo registrava. Vale quando a migração é grande e tem muita exceção. Para uma carga pequena, a conferência por amostra resolve sem tanta estrutura.

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Concordo em parte com a Cristina Costa, o cadastro é o primeiro lugar que eu olho. Mas, e aí, a questão é que, em migração de outro ERP, o dado de origem pode vir certo e ainda sair errado na integração. Discordo só de um ponto. Não começaria pelo trace do motor, porque ele mostra o cálculo e não o dado que alimentou o cálculo. Na nossa carga, comparar a tabela de origem com a carga, linha a linha, foi o que mais resolveu no SAP DRC.

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No caso que eu atendo, o erro de alíquota quase sempre está no cadastro de imposto, não no motor de cálculo. A primeira coisa que eu olho, bem, no meu dia a dia, é se o código de imposto do material bate com o do cliente, porque a migração de outro ERP costuma trazer tabelas com nomes parecidos. Depois comparo um documento de teste com um documento antigo de produção. Se o SAP DRC summit tratou desse caso, a apresentação deve ter mostrado o caminho do dado. Eu voltaria à origem antes de mexer no motor.

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