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6 Respostas

Upload do XML trava sempre. Na minha rotina, o SAP gera o arquivo, a validação do DRC passa e, dias depois, metade dos lotes volta com erro de estrutura. Já tentei reordenar as notas e separar os envios por emitente, mas o retorno continua confuso. Na prática, veja, em campo, o lote que passa numa rodada reprova na seguinte sem motivo aparente. Vocês fazem alguma conferência do XML antes do upload, ou confiam na validação que o DRC devolve?


Atualização:

Na minha rotina, o caso concreto foi um lote de devolução: a validação passou e o DRC devolveu com erro. Agradeço as dicas, testei o filtro da Raquel e ele resolveu parte. Mas, veja, em campo, a outra parte ainda some quando o XML é regerado. Vocês regeram o arquivo ou reenviam o original? Qual gatilho usam para não perder o lote?


Atualização:

Concordo em parte com a Sílvia, o identificador precisa ser travado. Discordo quando ela diz que o processo sozinho resolve, porque no nosso caso o DRC rejeitou mesmo com o identificador travado. Agradeço a paciência, e, veja, em campo, o que sobra é o arredondamento do valor. Vou testar isso na próxima rodada e conto o que deu.

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Conferir antes, sempre. A discussão mostrou frentes complementares: a validação do XML por esquema, o controle do identificador de envio e o reenvio seletivo do que falhou. Cada uma pega um tipo de rejeição, e nenhuma resolve tudo sozinha. Vale começar por um lote pequeno, registrar o que o retorno aponta e só depois ajustar a exportação. Quando a rejeição é pontual, reenvie só o que falhou; quando ela se repete no mesmo layout, pare, corrija a configuração e refaça o lote. Assim a equipe troca a dúvida por evidência e não perde o histórico de envio. Para aprofundar, veja migração do GRC NFE para o DRC.

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Leandro, a gente adotou outra saída. Em vez de regerar o XML, mantemos um lote de reserva e reenviamos só o que falhou, sem mexer no original. Isso evitou muito retrabalho no mês passado, pois é, quando o layout mudou. Vale quando o erro é pontual e o volume é baixo. Quando o problema se repete no layout, aí sim vale parar, corrigir a configuração de exportação e refazer o lote inteiro. Cada caminho tem seu momento.

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O risco que eu já vi é o arredondamento ser recalculado no XML sem alerta. Renato Ferreira, a sua conferência de esquema, olha, por experiência, pega isso ou só pega campo vazio? Eu pergunto porque o DRC rejeitou um lote que passou na sua conferência, e não sei se foi o valor ou a ordem das notas. Qual deles você checou primeiro?

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Nádia, o problema não é o arquivo? Acho que é o processo, quer dizer, pois é, de regerar a cada tentativa. Se o XML é regerado, o DRC pode enxergar a mesma nota como outra e recusar. O ponto que eu acrescentaria é travar o identificador antes de gerar qualquer novo arquivo. Assim o histórico de envio fica rastreável e o retorno deixa de parecer aleatório.

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Se o lote for grande, Renato tem razão em pedir a conferência por esquema. Eu acrescentaria, veja, como bem lembrou, que a rejeição nem sempre é estrutural no XML, às vezes é de conteúdo. Um campo que o SAP preenche só em certos cenários, como nota com desconto ou devolução, passa na validação e falha na regra do DRC. Montei um filtro que separa esses casos antes do envio, e o retorno caiu bastante. O ponto novo é esse: nem toda rejeição é de estrutura.

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Conferir o XML antes do upload é o que resolve, porque a rejeição quase sempre nasce na montagem e não no envio. O SAP gera o arquivo com o campo certo, veja, como dizem, mas o DRC cobra a estrutura que ninguém configurou na exportação. Eu rodo uma validação de esquema no próprio XML, tiro as notas com campo vazio e só então faço o upload. Primeiro confiro a versão do layout, depois comparo um lote aprovado com um reprovado campo a campo, e por fim reenvio só o que falhou. Assim o retorno deixa de ser confuso.

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