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Fóruns / Workshops DFSpro: como funcionam, dúvidas e troca de ideias

O workshop do checklist de 41 itens serve para quê no projeto fiscal do SAP?

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7 Respostas

Para que serve o checklist? Estou no ECC 6.0, automotivo, coordenando a parte tributária e ouvi falar do workshop do checklist de 41 itens. Já li a lista de assuntos: dados mestres, impostos, documentos eletrônicos, obrigações, testes, cutover e governança fiscal. A regra é, ó, eu só entro num projeto sabendo o que vou levar para casa, e a página não diz o resultado. Tentei achar mais detalhes no fórum e não achei. O workshop do checklist de 41 itens serve para quê no projeto fiscal do SAP?


Atualização:

Posso usar como apoio só? Obrigado, Sandra, Débora e Úrsula. Testei montar uma lista própria com os sete assuntos da página e a regra é, ó, que sobraram itens meus sem encaixe. Fiquei com cautela sobre cutover, porque é o item que mais me preocupa. O checklist chega até o cutover com algum critério de decisão, ou isso fica por conta do projeto?


Atualização:

O risco que vi foi eu montar tudo sozinho. Obrigado, Otávio. Testei a comparação item a item e a regra é, ó, que cutover e governança fiscal ficaram como lacunas. Vou levar essas duas para a sessão. Uma dúvida: quando a sessão discute dados mestres, o ponto de partida costuma ser o cadastro de materiais ou o cadastro de parceiros?


Atualização:

Entendi, falta só uma coisa. Obrigado, Tatiana. Testei olhar o que quebra o documento fiscal no meu ECC 6.0 e a regra é, ó, que o cadastro de parceiros apareceu primeiro. Vou anotar isso como hipótese, não como fato. Mais alguém aqui usou o checklist de 41 itens para priorizar testes, ou ele só serve para lembrar o que revisar?

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Se a sua pergunta é para que serve o checklist, a resposta curta é: ele dá um mapa de sete assuntos para conferir no projeto fiscal, de dados mestres a governança fiscal. Depois que o mapa existe, cada time decide a ordem e o critério, e a aprovação final é do contribuinte. A página não informa a profundidade do workshop, a ordem dos itens nem condição de acesso. Recomendação: leve o seu levantamento de lacunas, sem dado de cliente, e use as perguntas abertas para confirmar com a equipe pelo fórum ou pelo contato do site.

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Resultado: uso o checklist para priorizar testes, até onde sei, só como apoio, porque a página não define ordem de prioridade. Na auditoria interna, quando o projeto é de risco alto, ordeno por obrigações e documentos eletrônicos. Quando o risco é menor, sigo a ordem da lista, de dados mestres até governança. Rafael, escolha o caminho conforme o impacto no fechamento, e registre o critério para a auditoria.

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Rafael, discordo de tratar cutover e governança como lacunas suas. A exceção é, viu, quando o cadastro mestre ainda não está estável: aí o cutover vira dependência. A página lista os dois entre os assuntos do checklist, o que mostra que são partes do roteiro, e não falhas de quem o lê. Sobre o ponto de partida dos dados mestres, a página não informa, então pergunte à equipe pelo fórum. Em distribuidora, comecei sempre pelo que quebra o documento fiscal.

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Concordo em parte com o Rafael, mas discordo de montar lista própria antes de ver o workshop, porque lá onde trabalho, tá, fazemos o contrário: levamos as dúvidas soltas para a sessão e só depois organizamos. Quando o projeto está no começo, esse caminho evita retrabalho. Quando já há uma lista pronta, como a sua, vale comparar item a item com o que a página cita, para ver o que sobrou. Em migração de outro ERP, comparar ajudou a achar buracos.

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No meu caso, gerente fiscal no automotivo, ECC 6.0, discordo de usar a lista como roteiro de aceite e, então, o combinado é que aceite é decisão do contribuinte, não de um checklist de workshop. A lista ajuda a lembrar de itens, mas a página só descreve os assuntos, e não garante que cobrem o seu cenário. Débora, para o meu log de projeto, anotei o checklist como apoio, nunca como critério final de aprovação.

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Resultado: serve para organizar o projeto fiscal em blocos de verificação, do cadastro à governança. Pelos temas da página, ele passa por dados mestres, impostos, documentos eletrônicos, obrigações, testes, cutover e governança fiscal. O custo é, pois é, tratar tudo ao mesmo tempo sem priorizar. Como desenvolvedora ABAP, em S/4HANA 1909, eu uso lista assim para saber o que testar antes do cutover. A página não informa a ordem dos itens nem a profundidade de cada um.

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Quando a lista tem testes e cutover no meio, como a Sandra mostrou, meu palpite, tá, é que ela também serve de roteiro de aceite. Completo com um ponto: a governança fiscal no fim da lista lembra que o projeto não acaba no go-live. Em S/4HANA 2021, serviços, vi o time esquecer disso e ficar sem dono para as obrigações. A página não detalha como o workshop trabalha cada item, então é palpite, e a confirmação fica com a equipe.

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