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Fóruns / Dúvidas do curso: Reforma no SAP em 60 minutos

A equipe fiscal diz que o ano de teste não exige nada do SAP e a TI diz o contrário. Como decidir quem tem razão?

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Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada

Me desculpem a pergunta. Estou no curso e o caso do módulo de ano de teste tem duas leituras: a equipe fiscal diz que o SAP não precisa fazer nada, e a TI diz o contrário. Acabei de assumir a área, vindo de mineração, e, o truque é, né, não sei por onde começar para decidir. A decisão do que a empresa fará é do cliente; ao projeto cabe mostrar o que o sistema consegue registrar em cada cenário.

Como transformo essa briga em uma lista de coisas que o sistema registra ou não registra?


Atualização:

Gostei do quadro de duas colunas. Vou combinar a lista do Nelson com a decisão do tributário. Dúvida de seguimento: o produto fiscal da NTT que usamos ajuda a conferir o que foi registrado antes da entrega, ou isso só se vê no validador?

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Para decidir sem briga:

  1. Decisão primeiro: o tributário diz o que a empresa fará no ano de teste.
  2. Quadro de duas colunas: decisão da empresa e o que o sistema registra hoje.
  3. Divergência é ação, convergência é prova.
  4. Pré-validação do produto: teste no ambiente e compare, sem supor cobertura.

A decisão de o que a empresa fará é do cliente, então confirme com o tributário da empresa. Veja testes fiscais no SAP.

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Situação atual aqui: uso o produto. Então, quer dizer, segundo a documentação da NTT, ele opera sobre uma única base de apuração e usa rotinas de pré-validação para achar inconformidades antes da entrega, na esfera federal. Se isso cobre os campos do seu ano de teste, a documentação que consultamos não afirma; confirme com a NTT ou teste no ambiente. Rode a pré-validação sobre um período e compare com a lista do quadro.

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Complementando os dois. A verdade é que, tá, as duas coisas cabem num quadro de duas colunas: o que a empresa decidiu fazer e o que o sistema registra hoje. Onde as colunas divergem, há um item de ação. Onde convergem, há prova. Um exemplo de linha:

decisão de registrar o campo no documento; no SAP, campo registrado em nota de teste, evidência anexada

O quadro vira o critério para encerrar a briga.

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Troque a pergunta quem tem razão por o que o sistema grava hoje. Como sempre, viu, comece por uma nota de teste e liste:

  1. Quais campos novos aparecem no documento.
  2. Quais ficam vazios.
  3. Quais vêm de dado mestre.
  4. Quais dependem de regra ainda não definida.

Com a lista na mão, a equipe fiscal decide o que exigir e a TI mostra o que falta.

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Discordo de começar pelo documento. Olha, a dica é começar pela decisão: o que a empresa pretende fazer neste ano, nada, só registrar ou reconciliar? Sem essa decisão a lista do Nelson vira inventário sem uso. Sou consultor de vendas, não do fiscal, e peço desculpa se for básico, mas já vi lista bonita que ninguém usou. A decisão é do tributário da empresa, e o projeto só mostra opções e consequências.

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