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8 Respostas

Quando emito um CT-e e depois um MDF-e para a viagem, o ambiente autorizador devolve rejeições que eu não sei separar. Sou controller numa operadora de telecom saindo de outro ERP para o SAP. Primeiro, tentei ler o log de cada um e vi mensagens parecidas. Segundo, na autorização do MDF-e o texto fala de chave, e no CT-e fala de outra coisa. Bem, dito isso, qual é a diferença entre CT-e e MDF-e no dia a dia, e em que momento cada um passa pela autorização?


Atualização:

Valeu, gente, ajudou muito. Rodei um CT-e e um MDF-e de teste no SAP e olhei o retorno de cada um; o log só trouxe o código e o texto da rejeição. Bem, dito isso, ainda me perco na leitura. Quando o texto cita a chave, qual campo do MDF-e eu comparo primeiro? E depois, o que faço com o aviso repetido?


Atualização:

No meu teste de hoje, o MDF-e voltou com o código 539 e a mesma chave repetida no texto. Obrigado a todos. Bem, dito isso, posso reaproveitar o número do aceite anterior que veio no retorno, ou preciso gerar outro MDF-e? Primeiro vou comparar a chave com a do arquivo original; segundo, vou ver se o log traz a data certa do primeiro envio.

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Quem manda mais, o relógio ou a chave? Nas rejeições de CT-e e MDF-e, os dois pesam, e o truque é separá-los. Recomendo alinhar a sincronização dos servidores com uma hora oficial, gravar o timezone nas datas do documento e, a cada rejeição, anotar o código, a chave e a hora do envio antes de alterar qualquer parâmetro. Com isso, o cliente, que decide a tese, já tem o histórico em mãos, e o sistema apenas reproduz o que foi definido. Se o erro voltar, o registro mostra se foi relógio ou chave. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se o relógio estiver certo e o problema persistir, Caio, discordo de focar só na folga de cinco. O recebimento pode ter data perfeita e a nota voltar rejeitada porque o MDF-e referenciado não está na base. Agora, como dizem, o texto da rejeição vale ouro: quando o mesmo MDF-e é enviado duas vezes, o retorno traz o protocolo e a data em que o aceite saiu, e dá para usar isso.

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Cinco minutos é a folga que a SEFAZ aceita quando a data de criação do MDF-e está à frente da data em que o arquivo chegou. Gisele, completando a sua dica do fuso: a observação da regra pede datas em UTC, e um relógio posterior ao da SEFAZ por mais que isso volta rejeitado. Vamos lá, pois é, vale pedir à infraestrutura que confirme isso nas máquinas que enviam.

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Úrsula, antes de mexer em chave, olha, a sacada é conferir o horário indicado no MDF-e. Dois caminhos a avaliar. Se a rejeição fala de data, veja se a indicação do fuso saiu certa no campo; se fala de chave, veja o que foi apontado nos MDF-e relacionados. O primeiro serve quando o erro some ao reenviar mais tarde, e o segundo, quando persiste igual. Cada um custa pouco e evita refazer cadastro.

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Concordo em parte, Ivone, mas fiquei com uma dúvida. Bem, com a mão na massa, aqui o emissor manda o MDF-e off-line quando a rede cai. Primeiro, a exceção vale para qualquer emissão nessa situação ou só quando o grupo de MDF-e relacionados vem preenchido? Segundo, o log mostra isso de algum jeito, ou só aparece como ausência de rejeição? Quero entender antes de escrever o teste.

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Já vi teste passar bonito e falhar depois porque a chave no formato certo apontava para um MDF-e que não estava na base da SEFAZ. Daniela, então, no ambiente de qualidade, esse dado costuma enganar, e discordo de tratar o assunto como caso raro. Se o MDF-e citado não puder existir na base, vem uma rejeição; se a chave difere da existente, vem outra, separada. Prefiro rodar os dois cenários e comparar as mensagens.

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Na minha rotina de logística, CT-e e MDF-e são documentos distintos, cada um com suas validações e seu retorno no log. Olha, a questão é que um MDF-e cancelado ou em contingência off-line pode escapar de certas checagens, então ao considerar uma rejeição vale ver primeiro em que situação o documento estava. No log da nota de teste, o código de rejeição já aponta a regra. Comece por aí antes de mexer em parâmetro.

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Tudo dispensado mesmo? Ivone, discordo de estender o modo off-line para tudo: pelo que li, o dispensado vale só para a checagem da chave do MDF-e relacionado, e nada diz que sirva para as outras. Meu alerta, tá, é a rejeição por duplicidade, que é outra regra e devolve a diferença de chave no retorno. No log, o texto da rejeição traz as duas chaves, e dá para comparar.

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