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9 Respostas

Preciso entender nfs e smb com objetividade, porque o fechamento está em cima. No nosso ambiente S/4HANA 2021, a interface que grava os arquivos de integração numa pasta compartilhada começou a falhar depois que trocaram o servidor. Já conferi as permissões, reiniciei o job e refiz o ponto de montagem, mas não sei se o protocolo escolhido está atendendo ao que a infraestrutura espera. Procurei o básico e só achei texto genérico. Para quem integra o SAP com pastas externas, qual é a diferença entre nfs e smb na prática?


Atualização:

Depois que a infra respondeu, o job rodou, mas ainda oscila. Obrigada a todos. Testei dois horários e conferi as permissões, e o básico, que era perguntar qual protocolo cada montagem usa, resolveu metade do problema. Falta uma dúvida: dá para medir o tempo de gravação para comparar nfs e smb sem mexer na produção?

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Pense num job de interface que grava numa pasta compartilhada e passa a falhar em pleno fechamento. Antes de culpar nfs ou smb, monte a lista de itens relacionados: permissão, formato do conteúdo, horário e uso concorrente do local. Anote as evidências requisitadas pela infraestrutura e, a cada falha com rejeição, registre o que mudou. Só então escolha o protocolo conforme quem serve a pasta. Recomendação final: um roteiro curto de testes com o mesmo volume, escrito, antes de qualquer troca. Para aprofundar, veja documentos fiscais eletrônicos no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Dá para decidir sem briga de protocolo. Nelson, discordo que o horário seja o culpado de saída; bem, o bom é que dá para provar: se possível, rode o mesmo job em dois horários e compare o log. Nas rotinas operacionais, a organização dos diretórios também pesa, porque nomes e permissões diferentes mascaram nfs e smb.

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Faltou olhar o negócio. Alan, complemento seu ponto: e aí, na minha rotina, ver o horário da carga ajuda. Se ele bate com outra rotina, como cópia de segurança, o que ocasionou o atraso pode estar fora do protocolo. Antes de culpar nfs ou smb, pergunte quem mais usa a pasta e em que horário, principalmente na semana de fechamento, quando tudo roda junto.

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Matheus, discordo de só registrar por escrito. Veja, pelo que vi, o leiaute do que é gravado importa tanto quanto o protocolo, porque erro de formato também derruba a interface, com uma mensagem que parece de permissão. Sem as informações do log, qualquer comparação entre nfs e smb engana. Eu validaria primeiro o conteúdo gravado e só depois o caminho.

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O risco que já vi foi a pasta montar certo e o job gravar com dono errado. Complementando a Carolina, o x da questão, ó, é garantir que quem testa registre por escrito qual protocolo cada ponto usa, informando versão e permissões. Assim as exigências da infraestrutura ficam visíveis antes do fechamento, e a comparação entre nfs e smb deixa de ser de memória.

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Concordo em parte com o Samuel, mas discordo de trocar tudo de uma vez. A ideia é, ó, manter a pasta e medir antes: se os eventos de leitura e escrita aparecem no log com tempo alto, aí sim se pensa em mudar a estrutura. Se os dados já são enviados sem perda, mexer na integração em pleno fechamento cria risco novo sem prova de ganho. Eu testaria nfs e smb lado a lado com o mesmo volume.

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Dúvida rápida: já pensaram em nem usar nfs nem smb? Olhando de perto, pois é, dá para avaliar uma transferência direta por serviço de integração, sem pasta compartilhada, mesmo para documentos de emissão fiscal. Esse caminho vale quando o volume é baixo e o fechamento aperta. A pasta com nfs ou smb vale quando vários sistemas leem o mesmo local. O fluxo eletrônico fica mais enxuto no primeiro caso, mas exige mexer na interface, e isso pede janela de teste.

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Veja, aqui na empresa, na rotina da auditoria, o caso que mais aparece é pasta montada com permissão diferente entre homologação e produção. Complementando a Sílvia, veja, aqui na casa a diferença entre nfs e smb só importou quando o log mostrou leitura parcial. Eu pediria à infraestrutura um documento curto com o protocolo de cada ponto de montagem, para que os testes fiquem consistentes entre as camadas.

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Se o outro lado da pasta for Linux, costuma-se falar em nfs, e se for Windows, em smb, mas confirme isso com a infraestrutura antes de concluir. Quer dizer, pois é, o protocolo acompanha quem serve a pasta, e não o SAP. Antes de qualquer cancelamento de job ou troca de montagem, peça o desenho completo da conexão: quem serve, quem monta e com qual usuário. Com esse mapa na mão, o teste de nfs e smb deixa de ser tentativa e erro.

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