Estou migrando meu sistema legado para o novo ambiente, e estamos revisando minuciosamente como nossos registros se mapeiam para o padrão vigente. No fechamento do mês passado, passamos por um cenário bem, aqui por perto, onde a correção de um registro fiscal se fez necessária após o envio inicial. Entendemos que precisamos utilizar documentos fiscais referenciados para sanar essas discrepâncias inerentes ao processo de negócio. Estamos analisando a estrutura de como isso transita para a NF-e. Diante da importância de conciliar os dados com o que foi enviado, gostaria de sanar uma dúvida crucial: qual modelo da nf-e é o mais adequado para documentar essas situações contábeis que exigem ajuste?
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês, foi muito esclarecedor o ponto sobre a natureza da operação. Bem, aqui por perto, testamos o fluxo de um documento que precisava corrigir uma informação anterior, e o mapeamento para o modelo 55 parece ser o mais alinhado. No entanto, ao chegarmos ao ponto do protocolo de autorização, estamos com a dúvida sobre a padronização dos campos. Qual o impacto prático se o número sequencial dos documentos autorizados extrapolar o esperado para a nossa unidade federada?